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The Great Divide

The Great Divide

Willie Nelson

1 de janeiro de 2002

5.6

Nota média
de crítica


Gravadora: Lost Highway Records

50º álbum de estúdio

Country de faca curta

The Great Divide pertence a uma fase em que Willie Nelson já tratava o country como território móvel. Mendocino County Line, Maria (Shut Up and Kiss Me), The Great Divide sustentam o disco com sua mistura de melancolia, humor seco e fraseado fora do trilho.

A produção de Matt Serletic mantém a canção no primeiro plano, sem esmagar a voz. O resultado é um capítulo de carreira que prefere caráter a espetáculo, com Texas, rádio e estrada disputando a mesma mesa.

Por que ouvir esse álbum?

”

Pela precisão com que Willie faz simplicidade soar inevitável.

Veja a discografia completa

Destaques

  1. 1Mendocino County Line
  2. 2Maria (Shut Up and Kiss Me)
  3. 3The Great Divide

Singles

  • ●Mendocino County Line
  • ●Maria (Shut Up and Kiss Me)

Fatos interessantes

  • ●A produção creditada a Matt Serletic ajuda a definir o enquadramento do disco, entre controle de estúdio e respiração de banda.
  • ●O lançamento saiu por Lost Highway Records, dado que situa o álbum dentro das fases industriais mais distintas da carreira de Willie.
  • ●A ficha aponta country, mas a voz de Nelson costuma deslocar essas etiquetas para um território mais pessoal.
  • ●Mendocino County Line concentra boa parte da identidade pública do álbum e funciona como porta de entrada natural.
  • ●Maria (Shut Up and Kiss Me) reforça o lado interpretativo de Willie, sempre atento ao silêncio entre uma frase e outra.
  • ●The Great Divide amplia o repertório essencial do lançamento sem depender de pirotecnia.
  • ●A presença de Michael Black, Louis Dean Nunley, John Wesley Ryles dá ao registro uma cor instrumental diferente da imagem solitária de Willie com Trigger.
  • ●Willie Nelson permanece como artista principal; a formação de apoio muda para uma produção de estúdio com vocais de apoio, cordas, programação, teclados, baixos, baterias, percussão e metais. Mickey Raphael permanece na harmônica.
  • ●O álbum reafirma uma marca central de Willie: cantar fora do tempo rígido sem perder o centro emocional da canção.
  • ●A harmônica, quando aparece, funciona como sombra da voz, não como enfeite de arranjo.

Produção

Matt Serletic

Gravadora

Lost Highway Records

Formação

Willie Nelsonviolão, voz
Michael Blackbacking vocals
Louis Dean Nunleybacking vocals
John Wesley Rylesbacking vocals
Lisa Silverbacking vocals
Harry Stinsonbacking vocals
The Waters Sistersbacking vocals
Dennis Wilsonbacking vocals
Curtis Youngbacking vocals
Heitor Teixeira Pereiraguitarras elétrica e acústica, assobio, backing vocals
Reggie Youngguitarras
Dan Dugmoresteel guitar
Greg Leiszdobro
Alison Kraussfiddle
Gabe Witcherfiddle
Mickey Raphaelharmônica
Christopher Wade Damerstprogramação
Danny Saberprogramação
Matt RollingsFender Rhodes, Wurlitzer, órgão
Greg Phillinganesteclados
Matt Serleticeletrônica, backing vocals
Lee Sklarbaixo
Neil Stubenhausbaixo
Kenny Aronoffbateria
John Robinsonbateria
Brad Dutzpercussão
Bruce Fowlermetais
Dan Higginsmetais

Mudanças na formação

Willie Nelson permanece como artista principal; a formação de apoio muda para uma produção de estúdio com vocais de apoio, cordas, programação, teclados, baixos, baterias, percussão e metais. Mickey Raphael permanece na harmônica.

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