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Across the Borderline

Across the Borderline

Willie Nelson

23 de março de 1993

8.4

Nota média
de crítica


Gravadora: Columbia

40º álbum de estúdio

A estrada guarda tudo

Across the Borderline pertence a uma fase em que Willie Nelson já tratava o country como território móvel. Across the Borderline, Graceland, American Tune sustentam o disco com sua mistura de melancolia, humor seco e fraseado fora do trilho.

A produção de Don Was, Paul Simon mantém a canção no primeiro plano, sem esmagar a voz. O resultado é um capítulo de carreira que prefere caráter a espetáculo, com Texas, rádio e estrada disputando a mesma mesa.

Por que ouvir esse álbum?

”

Pela precisão com que Willie faz simplicidade soar inevitável.

Veja a discografia completa

Destaques

  1. 1Across the Borderline
  2. 2Graceland
  3. 3American Tune

Fatos interessantes

  • ●A produção creditada a Don Was, Paul Simon ajuda a definir o enquadramento do disco, entre controle de estúdio e respiração de banda.
  • ●O lançamento saiu por Columbia, dado que situa o álbum dentro das fases industriais mais distintas da carreira de Willie.
  • ●A ficha aponta country, country rock, mas a voz de Nelson costuma deslocar essas etiquetas para um território mais pessoal.
  • ●Across the Borderline concentra boa parte da identidade pública do álbum e funciona como porta de entrada natural.
  • ●Graceland reforça o lado interpretativo de Willie, sempre atento ao silêncio entre uma frase e outra.
  • ●American Tune amplia o repertório essencial do lançamento sem depender de pirotecnia.
  • ●A presença de Mose Allison, Mingo Araujo, Eric Bazilian dá ao registro uma cor instrumental diferente da imagem solitária de Willie com Trigger.
  • ●Após o registro solo de The IRS Tapes: Who'll Buy My Memories?, o álbum voltou a trazer banda e convidados, incluindo Bob Dylan, Sinéad O'Connor, Bonnie Raitt, Paul Simon, David Crosby e Kris Kristofferson.
  • ●O álbum reafirma uma marca central de Willie: cantar fora do tempo rígido sem perder o centro emocional da canção.
  • ●A harmônica, quando aparece, funciona como sombra da voz, não como enfeite de arranjo.

Gravadora

Columbia

Formação

Willie Nelsonvocal principal, violão
Mose Allisonpiano
Mingo Araujocongas
Eric Bazilianbandolim
Jimmy Bralowerbateria
David Campbellharmônio
Gene Chrismanbateria
David Crosbybacking vocals
Paulinho Da Costapercussão
Debra Dobkinpercussão
Bob Dylanvoz
Paul Englishbateria
Paul Franklinpedal steel guitar
Johnny Gimbleviolino
Mark Goldenbergguitarra
Milt Hintonbaixo
James "Hutch" Hutchinsonbaixo
Mark Ishamtrompete
Jim Keltnerbateria
Kris Kristoffersonvoz
Mike Leechbaixo
John Leventhalguitarra
Grady Martinguitarra
Bobbie Nelsonpiano
Mark O'Connorviolino
Sinéad O'Connorvoz
Jody Payneviolão
Ray Phiriguitarra
Bonnie Raittvoz, slide guitar
Mickey Raphaelharmônica
John Selelowaneguitarra
Paul Simonguitarra
Smitty Smithbateria
Bee Spearsbaixo
Fred Tackettguitarra
Benmont Tenchórgão
Danny Timmsguitarra, piano, órgão, backing vocals
Robby Turnerpedal steel guitar, bandolim
Don Wasbaixo
Reggie Youngguitarra

Mudanças na formação

Após o registro solo de The IRS Tapes: Who'll Buy My Memories?, o álbum voltou a trazer banda e convidados, incluindo Bob Dylan, Sinéad O'Connor, Bonnie Raitt, Paul Simon, David Crosby e Kris Kristofferson.

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