Gênero
pop
215 álbums

Tori Kelly · 2026
Pop, R&B e gospel pop unidos por vocais precisos, tema espiritual e produção de apelo contemporâneo.

Hayley Kiyoko · 2026
Trilha pop queer ligada ao universo Girls Like Girls, entre nostalgia de internet, cinema e synth-pop emocional.

Keith Urban · 2026
Country pop com verniz yacht rock, produção lisa e nostalgia soul, feito para guitarras solares e refrões macios.

Olivia Rodrigo · 2026
Pop sombrio, new wave e pós-punk em chave dramática, com Olivia Rodrigo trocando explosão adolescente por tensão fria.

Kelsey Lu · 2026
Soul experimental e pop de borda, com violoncelo, eletrônica e convidados de peso em clima de renascimento.

Barry Manilow · 2026
Pop orquestral de fim de tarde, com Manilow revisitando despedida, gratidão e melodrama sem cinismo.

Labrinth · 2026
Pop espacial e dramático, com produção autoral, vozes em camadas e clima de liturgia futurista.

Manuel Carrasco · 2026
Pop latino de vocação comunitária, com refrões amplos, memória afetiva e olhar para a gente comum.
Bleachers · 2026
Indie pop de banda, com sax, folk rock, soul brilhante e romantismo inquieto no quinto álbum do Bleachers.
Maisie Peters · 2026
Pop confessional e luminoso, com escrita detalhista, produção polida e tensão entre amor, cura e memória.
Dua Lipa · 2026
Registro ao vivo da Radical Optimism Tour no México, com hits recentes e clássicos pop em versão de arena.
Dua Saleh · 2026
R&B experimental e neo-soul com Bon Iver, ficção pós-apocalíptica, desejo queer e crise global.

The Beach Boys · 2026
Recorte de sessões, vocais e versões alternativas de Pet Sounds, expondo a engenharia íntima do clássico.
Genesis Owusu · 2026
Disco político e pulsante, cruzando funk, punk, rap e soul em crítica urgente ao presente.

Lady Gaga · 2026
Registro ao vivo íntimo e teatral da fase Mayhem, com arranjos sombrios e presença vocal dominante.

The Lemon Twigs · 2026
Power pop refinado, cheio de harmonias, ecos dos anos 60 e 70 e artesanato obsessivo de estúdio.

The Jungle Giants · 2026
Indie pop australiano dançante, com brilho eletrônico, cordas e melancolia escondida sob refrões solares.

Stephen Sanchez · 2026
Pop romântico vintage em tom expansivo, com voz clássica, melodias luminosas e obsessão declarada pelo amor.

Josh Groban · 2026
Pop orquestral de trilhas e canções cinematográficas, com produção de Greg Wells e voz em primeiro plano.

Amy Grant · 2026
Retorno íntimo de Amy Grant, entre fé, maturidade, pop cristão e cicatrizes recentes transformadas em canção.

Muna · 2026
Synth pop queer, dançante e tenso, entre desejo, ansiedade política, refrões fortes e produção noturna.
Tori Amos · 2026
Pop rock político, mitologia de dragões e resistência familiar em um disco extenso e combativo.

Metric · 2026
Alternative rock e synth-pop com refrões fortes, tensão emocional e acabamento afiado.

Miss Grit · 2026
Electropop de contorno inquieto, com produção precisa, tensão emocional e personalidade forte.

Meghan Trainor · 2026
Pop luminoso e afiado, com refrões imediatos, produção moderna e atitude autoconsciente.

Anne Hathaway · 2026
Soundtrack que trata a ficção como culto pop: synths grandiosos, clima de crise e Anne Hathaway cantando no limite.

TOMORA · 2026
Tom Rowlands e Aurora fundem pista, estranheza e pop eletrônico em um disco luminoso e inquieto.

Jessie Ware · 2026
Disco-pop luxuoso, cheio de cordas, groove e erotismo contido, com Jessie Ware refinando sua fase de pista.

ZAYN · 2026
R&B melancólico com acenos mais claros às raízes sul-asiáticas, entre ambição estética e hesitação emocional.

Anitta · 2026
Álbum de síntese brasileira e global, com samba, funk, reggae, bossa e colaborações de forte peso cultural.

Gorillaz · 2026
Álbum tardio e espiritual, com worldbeat, psicodelia, synth-pop e convidados vivos e póstumos em clima de luto luminoso.
Sting · 2025
Registro ao vivo de 2025 em trio, com repertório clássico, som enxuto e tensão entre memória pop e energia rock.
Gorillaz · 2025
Registro ao vivo de Demon Days no Apollo, com banda, coral e convidados convertendo o clássico em espetáculo físico.
Tori Amos · 2025
Trilha pop infantil e fantasiosa, com piano, musas e arranjos delicados fora do cânone principal.
Lady Gaga · 2024
Jazz teatral e pop tradicional ligados ao universo de Harley Quinn, com voz solta, big band e humor sombrio.
Kacey Musgraves · 2024
Country folk sereno, introspectivo e polido, com beleza íntima e momentos de doçura excessiva.

Gorillaz · 2023
Pop sintético e californiano, com funk, electropop, crítica a cultos digitais e convidados de alta precisão.
Ringo Starr & His All-Starr Band · 2022
Celebração dos 30 anos da All-Starr Band, com Lukather, Colin Hay, Gregg Rolie e Edgar Winter.

a-ha · 2022
Com orquestra e filme, o a-ha transforma maturidade, paisagem e melancolia em pop de grande escala.
Anitta · 2022
Álbum trilíngue e globalizado, impulsionado por Envolver, com pop, funk, reggaeton e ambição internacional.

The Beach Boys · 2022
Arquivo da fase 1972, com So Tough, Holland, Chaplin, Fataar e a reinvenção roqueira da banda.
Sting · 2021
Álbum pandêmico de pop rock adulto, com temas de travessia, amor, perda e incerteza.
Tori Amos · 2021
Luto pandêmico, banda reencontrada e chamber pop luminoso em uma obra de reparação.
New Order · 2021
Registro amplo no Alexandra Palace, com clássicos de New Order e Joy Division em formato de grande espetáculo.

Willie Nelson · 2021
Standards e pop antigo filtrados pelo fraseado country, com brilho contido.

The Beach Boys · 2021
Caixa dedicada a 1969-1971, revelando a força criativa por trás de Sunflower e Surf’s Up.
The Smashing Pumpkins · 2020
Álbum duplo de synth-pop gótico, frio e teatral, com guitarras em segundo plano e mitologia em expansão.
Melanie C · 2020
Disco eletrônico e disco-pop maduro, elogiado pela crítica, com foco em identidade, cura e força de pista.
Lady Gaga · 2020
Dance-pop e house de alto impacto, com trauma, cura e desejo coletivo batendo no mesmo compasso.
Shakespears Sister · 2019
EP de reencontro entre Fahey e Detroit, adulto e melancólico, com brilho pop e cicatrizes à vista.
The All-American Rejects · 2019
EP de retorno, compacto e ácido, com produção variada e um pé fora da nostalgia fácil.
New Order · 2019
Registro do projeto com Liam Gillick, em Manchester, com synth ensemble, raridades e releituras de Joy Division.
Lady Gaga and Bradley Cooper · 2018
Trilha de rock, pop e baladas ao piano, com Shallow no centro e Gaga em modo dramático absoluto.

Paul McCartney · 2018
Disco conceitual solto, com estações sonoras, pop moderno e crítica política.

Gorillaz · 2018
Gorillaz em modo enxuto, com synth-pop melancólico, funk leve e Albarn no centro emocional do quadro.
Kacey Musgraves · 2018
Country pop luminoso, vencedor de prêmios, que mistura pedal steel, disco, folk e escrita emocional direta.

Sting · 2017
Registro de banda elétrica em Paris, unindo 57th & 9th, clássicos solo e The Police com energia renovada.
a-ha · 2017
Releitura acústica do catálogo do a-ha, gravada em Giske, com arranjos íntimos e convidados de peso.

Foo Fighters · 2017
Disco de rock pesado com produção pop expansiva, harmonias densas e Rami Jaffee oficializado nos teclados.
Ringo Starr · 2017
Pop rock de amigos, country e reggae em uma coleção madura sobre estrada, afeto e permanência.
Tori Amos · 2017
Art pop ecológico e familiar, entre luto, política e paisagens ameaçadas.


Melanie C · 2016
Pop eletrônico sombrio e confessional, com produção moderna e uma das escritas mais pessoais de Melanie C.

Willie Nelson · 2016
Standards e pop antigo filtrados pelo fraseado country, com brilho contido.
New Order · 2015
Retorno eletrônico e dançante, com Gillian Gilbert de volta, Peter Hook ausente e participações de Iggy Pop, La Roux e Brandon Flowers.

a-ha · 2015
Reunião madura, bem produzida e surpreendentemente coesa, com brilho contido e tensão emocional.
Tony Bennett and Lady Gaga · 2014
Standards de jazz e pop tradicional com Tony Bennett, swing clássico e uma Gaga vocalmente disciplinada.
Anitta · 2014
Segundo álbum de Anitta, com pop, R&B e funk em busca de maturidade comercial após o impacto da estreia.
Anitta · 2014
Registro ao vivo da ascensão inicial de Anitta, com hits da estreia, material de Ritmo Perfeito e espetáculo coreografado.
Tori Amos · 2014
Canções autorais, piano e maturidade sem pose em um retorno mais direto ao pop de câmara.
Melanie C · 2013
Registro ao vivo em Londres que valoriza banda, voz e repertório solo com energia pop rock direta.
New Order · 2013
Show de festival com clássicos de New Order e Joy Division, lançado com finalidade beneficente e energia coletiva.

Willie Nelson · 2013
Standards e pop antigo filtrados pelo fraseado country, com brilho contido.
New Order · 2013
Coleção de faixas das sessões de 2005, lançada após a saída de Peter Hook e marcada por valor documental.
Melanie C · 2012
Álbum de repertório teatral, contido e vocalmente disciplinado, com dueto de Emma Bunton em I Know Him So Well.

The Beach Boys · 2012
Reunião de 2012 com Brian Wilson e David Marks, pop nostálgico e uma sequência final de despedida comovente.
The All-American Rejects · 2012
Rock alternativo mais maduro, nostálgico e texturizado, com a banda revendo a própria juventude.

Paul McCartney · 2012
Standards e jazz vocal íntimo, com Diana Krall, Eric Clapton e Stevie Wonder.

New Order · 2011
Registro londrino da nova formação, com Gillian Gilbert de volta e Tom Chapman ocupando o espaço de Peter Hook.
Lady Gaga · 2011
Pop maximalista, teatral e político, com batidas pesadas, guitarras, sax e uma defesa frontal da diferença.
a-ha · 2011
Concerto de despedida em Oslo, com clássicos em alta definição e clima de encerramento solene.

The Beach Boys · 2011
Compilação histórica das sessões de Smile, reunindo fragmentos do projeto mítico de Brian Wilson e Van Dyke Parks.

Tori Amos · 2010
Registro solo em Moscou, raro e concentrado, com Tori reduzindo o catálogo a voz, piano e atmosfera.
Sting · 2010
Concerto sinfônico em Berlim, com clássicos de Sting remodelados por orquestra e acabamento sofisticado.
Gorillaz · 2010
Disco ecológico e futurista, com pop eletrônico, soul gasto, rap elegante e a visão mais ambiciosa do Gorillaz.

Devin Townsend Project · 2009
Metal alternativo luminoso e viciante, com refrões enormes, produção reluzente e presença decisiva de Anneke.
Lady Gaga · 2009
Electropop sombrio, compacto e teatral, com hits gigantes e a fama tratada como medo, sexo e controle.
Shakespears Sister · 2009
Retorno solo sob o nome Shakespears Sister, guiado por electroclash, new wave e a voz escura de Fahey.

Sting · 2009
Álbum de inverno com folk, música antiga e câmara, distante do sentimentalismo natalino comum.
Willie Nelson · 2009
Standards e pop antigo filtrados pelo fraseado country, com brilho contido.

a-ha · 2009
O retorno ao synth-pop vem com maturidade, refrães fortes e um raro equilíbrio entre passado e presente.
The All-American Rejects · 2008
Um disco maior e mais produzido, guiado por Gives You Hell e por uma tensão entre ambição e fórmula.
Lady Gaga · 2008
Electropop cortante, refrões enormes e uma leitura ácida da fama como desejo, comércio e espetáculo.
Cyndi Lauper · 2008
Álbum dance-pop moderno, com produtores de clube, singles fortes e indicação ao Grammy eletrônico.
Tori Amos · 2007
Rock teatral, personas femininas e crítica política em um álbum maximalista e desigual.
Silverchair · 2007
Último disco de estúdio, luminoso e torto, unindo pop barroco, glam rock, art rock e o sucesso de Straight Lines.
The All-American Rejects · 2005
EP de apoio ao auge comercial, com acústicos que revelam a ossatura melódica dos grandes singles.
Cyndi Lauper · 2005
Releituras acústicas dos clássicos de Lauper, com convidados fortes e foco na resistência das composições.
Shaggy · 2005
Disco maximalista, cheio de produtores fortes, em que dancehall, pop e R&B disputam o mesmo espaço.
The All-American Rejects · 2005
O álbum da virada comercial: guitarras maiores, refrões de arena e três singles que dominaram a década.
Gorillaz · 2005
Pop sombrio, rap, gospel, eletrônica e paranoia pós-11 de Setembro no ponto mais icônico do Gorillaz.
Melanie C · 2005
Virada independente com pop rock firme, guitarras mais presentes e alguns dos singles mais fortes de sua fase solo.
New Order · 2005
Synth-pop maduro e irregular, marcado por “Krafty”, pela entrada de Phil Cunningham e pela despedida de Peter Hook.

Sting · 2003
Pop adulto com R&B, world music e eletrônica elegante, entre sensualidade e distância.
a-ha · 2003
Ao vivo europeu da fase Lifelines, com repertório amplo, voz em destaque e arranjos de acabamento refinado.

The Beach Boys · 2002
Registro de Knebworth 1980 com formação clássica reunida e clima de celebração antes de perdas definitivas.
The All-American Rejects · 2002
Pop punk de quarto virando rádio: refrões limpos, ferida romântica e a primeira grande faísca da banda.

a-ha · 2001
Registro de Oslo que celebra a volta do a-ha, equilibrando clássicos, fase adulta e energia de arena.
Sting · 2001
Ao vivo íntimo na Toscana, gravado em 11 de setembro de 2001, com clássicos tratados em tom sóbrio e elegante.

The All-American Rejects · 2001
EP de transição, raro e revelador, com versões iniciais do vocabulário emocional do grupo.
a-ha · 2000
Retorno maduro do a-ha, com pop eletrônico elegante, baladas largas e a força radiofônica de “Summer Moved On”.

The All-American Rejects · 2000
Demo rara, caseira e nervosa, com a primeira arquitetura melódica da banda ainda exposta.
Melanie C · 1999
Estreia solo diversa, entre rock, eletrônica e pop adulto, com hits que firmaram Melanie C fora das Spice Girls.

Sting · 1999
Retorno comercial com pop global, eletrônica discreta, raï e produção de alto brilho.
Tori Amos · 1999
Tori troca a confissão frontal por eletrônica noturna, banda firme e canções que flutuam entre desejo, perda e estranhamento.

Scorpions · 1999
Experimento pop rock de 1999, controverso, eletrônico e distante do hard rock clássico da banda.
Spice Girls · 1997
Segundo álbum acelerado, colorido e multimídia, com hits globais e a euforia já perto do desgaste.
Cyndi Lauper · 1996
Álbum alternativo e eletrônico, com temas queer, femininos e sociais em uma estética pop mais arriscada.

The Beach Boys · 1996
Releituras country de clássicos do grupo com convidados de Nashville e os Beach Boys como presença vocal de apoio.

Punky Brüster · 1996
Sátira punk metal sobre indústria, pose e oportunismo, com humor ácido e riffs deliberadamente diretos.
Tori Amos · 1996
Cravo, mitologia, raiva feminina e produção crua em seu álbum mais feroz e polarizador.
Tori Amos · 1994
Art pop de piano, tensão religiosa, melodias oblíquas e uma arquitetura mais ambiciosa.

a-ha · 1993
O álbum mais áspero do a-ha troca polimento por tensão rock e acabou virando peça de culto.
Cyndi Lauper · 1993
Disco socialmente afiado e maduro, misturando soul, R&B e pop confessional com coragem incomum.
Sting · 1993
Pop refinado, leve e afiado, com alguns dos temas mais duradouros da carreira solo de Sting.

The Beach Boys · 1992
Álbum digital e tropical sem Brian Wilson, lembrado pela recepção negativa e pela crise criativa da banda.
Shakespears Sister · 1992
Pop gótico de alto impacto, guiado por vozes opostas, hits enormes e uma tensão interna que virou lenda.

New Order · 1992
Registro ao vivo de Glastonbury com hits dos anos 80 em versões cruas, instáveis e historicamente reveladoras.
Tori Amos · 1992
Piano confessional, art pop tenso e trauma convertido em canção adulta, sem verniz de vitrine.

Sting · 1991
Concerto acústico íntimo em Newcastle, centrado em The Soul Cages, memória regional e arranjos contidos.

Sting · 1991
Álbum sombrio e narrativo, moldado por luto, memória operária e imagens marítimas.

Scorpions · 1990
Último grande álbum da formação clássica, com Wind of Change, Send Me an Angel e hard rock de virada histórica.

a-ha · 1990
O disco da guinada: menos neon, mais terra, guitarras e uma maturidade que rompeu com a década anterior.
The Beach Boys · 1989
Produto de fim dos anos 1980 impulsionado por “Kokomo”, misturando trilhas, inéditas e clássicos reciclados.
Shakespears Sister · 1989
Estreia irregular e magnética, entre synth-pop, pop rock e um teatro sombrio que anunciava a mutação da dupla.
Queen · 1989
Retorno de estúdio com créditos coletivos, produção digital e singles fortes em meio a tensão privada e pressão da mídia.
Cyndi Lauper · 1989
Terceiro álbum de pop rock adulto, irregular, salvo por uma voz monumental e pelo impacto de I Drove All Night.

a-ha · 1988
Pop sofisticado, melancolia alta e refrães elegantes em um disco que expandiu o alcance europeu do a-ha.

Sting · 1987
Um disco amplo e noturno, onde jazz, pop e política ganham forma elegante e dolorida.

a-ha · 1986
O segundo álbum troca euforia por sombra, amplia o synth-pop e firma o a-ha como banda de ambição dramática.
New Order · 1986
Disco de contraste: guitarras de um lado, eletrônica do outro, com “Bizarre Love Triangle” no centro do mito.
Cyndi Lauper · 1986
Segundo álbum mais maduro, com synth-pop emotivo, hino geracional na faixa-título e pressão pós-sucesso.
Paul McCartney · 1986
Disco tecnológico e tenso, com Paul tentando se reinventar dentro do pop dos anos 80.
Sting · 1986
Primeiro ao vivo solo de Sting, com jazz rock sofisticado, repertório refeito e banda de apoio extraordinária.

The Beach Boys · 1986
Compilação ampla dos anos 1980, com clássicos, material tardio e inéditas para reposicionar o legado da banda.
The Cure · 1985
A virada pop do The Cure: concisa, inventiva, melódica e decisiva para sua explosão internacional.

Sting · 1985
Estreia solo ambiciosa, com pop, jazz e política em choque controlado depois do fim do Police.

The Beach Boys · 1985
Retorno oitentista após a morte de Dennis Wilson, com produção digital e o single “Getcha Back”.
a-ha · 1985
Estreia que transformou synth-pop melancólico em fenômeno global, com refrões gigantes, produção afiada e um senso de drama que continua intacto.
Paul McCartney · 1984
Trilha luxuosa e irregular, salva pelo peso emocional de No More Lonely Nights.
Paul McCartney · 1983
Pop polido dos anos 80, com George Martin, Michael Jackson e ambição pacifista.

Willie Nelson · 1983
Standards e pop antigo filtrados pelo fraseado country, com brilho contido.
Cyndi Lauper · 1983
Debut histórico de new wave pop, cheio de hits, teatralidade e inteligência feminista para a era MTV.
New Order · 1983
O New Order encontra sua voz: pós-punk, eletrônica e pop emocional numa síntese que moldou os anos 80.
Queen · 1982
A fase mais controversa do Queen aposta em funk, disco e pop sintético, coroada por Under Pressure com David Bowie.

Paul McCartney · 1982
Pop sofisticado, marcado por George Martin, Stevie Wonder e a sombra de John Lennon.
Willie Nelson · 1981
Standards e pop antigo filtrados pelo fraseado country, com brilho contido.
Paul McCartney · 1980
Experimento solitário de sintetizadores, humor seco e pop doméstico fora de eixo.

The Beach Boys · 1980
Álbum de virada dos anos 1980, nostálgico e desigual, salvo por harmonias fortes e alguns lampejos sinceros.

The Beach Boys · 1979
Soft rock polido, sucesso britânico com “Lady Lynda” e a controversa guinada disco de “Here Comes the Night”.

The Beach Boys · 1978
Disco irregular gravado em retiro universitário, com nostalgia pop, produção leve e raros lampejos emocionais.
Ringo Starr · 1977
Funk, disco e pop em uma tentativa arriscada de atualizar Ringo no fim dos anos 70.

The Beach Boys · 1977
Culto e excêntrico, combina sintetizadores, melodias diretas e a escrita íntima de Brian Wilson em estado bruto.

The Beach Boys · 1976
Retorno comercial de Brian Wilson, misturando covers, originais e a campanha problemática Brian’s Back.
Queen · 1975
O clássico máximo do Queen une ópera rock, pop, drama e invenção de estúdio com ambição rara no rock dos anos 1970.

The Beach Boys · 1975
Compilação complementar de hits e faixas iniciais, reforçando a fase Capitol como memória pop americana.
Ringo Starr · 1974
Pop rock descontraído, Lennon nos bastidores e hits que seguram a boa fase comercial de Ringo.

The Beach Boys · 1974
Coletânea decisiva que reativou os hits iniciais, levou a banda de volta ao topo e cristalizou sua imagem nostálgica.

The Beach Boys · 1973
Ao vivo robusto da fase Chaplin e Fataar, com repertório amplo e Carl Wilson liderando a presença de palco.

The Beach Boys · 1972
Disco de transição roqueira, com Chaplin e Fataar renovando a formação e Carl Wilson no centro.

The Beach Boys · 1970
Renascimento colaborativo, refinado e injustiçado, com Dennis Wilson em alta e a fase Reprise começando forte.

The Beach Boys · 1970
Registro britânico de 1968, com clássicos, fase psicodélica e a banda defendendo seu legado em palco.
Ringo Starr · 1970
Standards, jazz leve e memória familiar no primeiro gesto solo de Ringo fora da sombra imediata dos Beatles.

The Beach Boys · 1969
Colagem de singles, sobras e fragmentos de Smile, com Carl Wilson emergindo e a banda buscando novo eixo.

The Beach Boys · 1968
Pop íntimo e meditativo de 1968, com delicadeza doméstica, Dennis compositor e Brian em modo miniatura.

The Beach Boys · 1967
Álbum curto, soul e caseiro, com Carl Wilson em destaque e a banda reagindo ao peso pós-Smile.

The Beach Boys · 1967
Psicodelia doméstica e fragmentada, saída do colapso de Smile, com “Good Vibrations” como farol impossível.

The Beach Boys · 1966
Obra-prima de pop orquestral e melancolia adulta, com arranjos revolucionários e canções centrais do século XX.

The Beach Boys · 1965
Retorno ao brilho pop, com “California Girls”, arranjos refinados e a entrada de Bruce Johnston no universo da banda.

The Beach Boys · 1965
Pop de transição essencial, com hits solares no início e baladas psicológicas que antecipam Pet Sounds.

The Beach Boys · 1964
Disco natalino que mistura hits próprios, standards orquestrados e o instinto comercial afiado de Brian Wilson.

The Beach Boys · 1964
Clássico da fase surf pop, com “I Get Around” no centro e Brian Wilson refinando o motor vocal da banda.

The Beach Boys · 1964
Entre surf pop e baladas sofisticadas, o álbum revela Brian Wilson dominando emoção, arranjo e sombra.

The Beach Boys · 1963
Disco de transição, com surf rock radiante e a intimidade de “In My Room” anunciando outro Brian Wilson.







