
Angel Dust – Cold 2 the Touch
Hardcore melódico com produção moderna e refrões expansivos; o disco mais acessível e ambicioso da banda.
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Hardcore melódico com produção moderna e refrões expansivos; o disco mais acessível e ambicioso da banda.

Arranjos refinados, emoção intensa e fusão orgânica entre mariachi clássico e atitude alternativa californiana.

Indie pop elegante e nostálgico, com guitarras cintilantes e letras maduras que transformam melancolia em charme sonoro.

Death metal sombrio e atmosférico, com teclados sutis ampliando o clima apocalíptico. Segundo álbum mais conceitual.

Coletânea crua e energética que reúne raridades afiadas, mantendo o espírito garageiro e a potência clássica da banda.
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Com Brian Howe nos vocais, a banda adentrou os anos 80 com uma sonoridade mais voltada para o AOR e elementos pop.

Show repleto de rock e gospel gravado em casa: Elvis potente, emocionado e premiado, misturando medleys vibrantes com spirituals arrepiantes.

Blues rock com orquestrações sofisticadas, solos intensos e clima acústico: o álbum mais artístico e variado de Bonamassa até então.

Mistura de country, pop e rock com gravações ao vivo: o último adeus musical de Elvis, carregado de emoção e nostalgia.

Pop art-rock refinado com pitadas de reggae e humor ácido — Bloody Tourists é a viagem sonora mais irreverente e sofisticada de 10cc até então.

“Abbey Road” é a despedida triunfal dos Beatles: uma sequência de melodias impecáveis, grooves hipnóticos e um Lado B que é puro ouro musical.

Um pop elegante, franco e implacável: Lily Allen mistura melodias refinadas a letras de dor, traição e renascimento, em sua fase mais vulnerável.

Õnibus de pop glam, orquestrações e letras com humor e empatia: estreia audaciosa de Mika, misturando brilho e profundidade.

Epica em modo contemplativo: menos peso, mais atmosfera, com corais cósmicos e um metal sinfônico de meditação futurista.

Hard rock clássico com reflexões profundas sobre liberdade e revolução, entregando riffs poderosos e uma vibe nostálgica com uma pegada moderna.

13º álbum do Kiss, assinala entrada de Bruce Kulick, som glam/hard rock, produção mais polida e refrão marcante em “Tears Are Falling”.

Mix de prog metal e ambient: emoções brutais e introspectivas, produção indie e uma assinatura emocional que consagrou Devin Townsend.

O auge comercial: refrões diretos, ambição pop e energia punk equilibradas em um álbum feito para impacto imediato.

Estreia urgente e sem verniz, onde atitude punk, sarcasmo juvenil e estética DIY definem a identidade crua e honesta da banda.

Um mergulho no pop rock refinado, onde arranjos elaborados e letras introspectivas mostram o Savoy em sua forma mais madura e criativa.

Melodias britpop suaves, arranjos bem-acabados e toques íntimos: o Travis refina sua assinatura com elegância reconfortante.
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