
Angine de Poitrine – Vol. II
Math rock microtonal, grooves tortos e energia de pista: um disco inventivo, técnico e absurdamente vivo, sem perder o senso de humor.
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Math rock microtonal, grooves tortos e energia de pista: um disco inventivo, técnico e absurdamente vivo, sem perder o senso de humor.

EP reflexivo e espiritual, com brilho clássico do U2, clima íntimo e canções sobre amizade, perda, fé e renovação.

Box ao vivo que reúne o MSG entre 1980 e 1984: riffs afiados, line-ups mutantes e Michael Schenker brilhando como sempre.

Thrash/death feroz, refrões mais fortes e Prika cada vez mais dominante: um disco direto, pesado e surpreendentemente memorável.

Pop sofisticado, jazz e câmara em um disco autobiográfico, torto e elegante, onde Bruce Hornsby transforma memória em arte inquieta.
Escolhas aleatórias dos estilos de música mais buscados no site.

Jazz‑blues refinado com solos estendidos, teclados staccato e atmosfera íntima: o Supertramp maturado em seu derradeiro álbum.

Arquivos ao vivo de 1971 com versões raw de clássicos como “Dream On”, grooves blues‑rock e atmosfera de ensaio histórico.

Riffs incendiários e energia revivida: a AC/DC reencontra a faísca e reafirma seu poder de palco com pura obstinação.

Chegando em 1978, Infinity mescla refrões marcantes, guitarras vibrantes e a voz de Steve Perry para redefinir Journey no rock melódico.

Cher mistura clássicos e inéditas em um álbum natalino vibrante, com colaborações de peso e produção pop cintilante.

Harmonias impecáveis e repertório diverso marcam este ao vivo nostálgico, embora a produção às vezes soe excessivamente tratada.

Puro charme britânico: guitarras afiadas, harmonias perfeitas e a energia dos Beatles, misturando pop, rock e romance de forma única.

Baladas solares e incursões disco marcam o álbum de uma banda em transição, com destaque para as vozes fortes de Dennis e Carl.

Síntese entre tradição e maturidade: riffs diretos, atmosfera ritualística e violência orgânica na fase moderna do Mayhem.

Um retorno luminoso e renovado, resgatando a leveza melódica após tempos turbulentos e abrindo espaço para nova identidade.

Jornada épica de metal, com riffs poderosos e uma narrativa sombria sobre a luta entre o bem e o mal, lembrando sua fase clássica com um toque teatral e experimental.

Álbum de transição que funde death metal e ambições sinfônicas, priorizando atmosfera, ritual e ruptura estética.

Indie rock atmosférico e maduro, com guitarras etéreas e clima reflexivo. Um disco introspectivo que transforma silêncio em força.

Incursão dos Kooks no synthpop dos anos 80, com grooves dançantes e uma vibe europeia pós-Brexit.

Sam Fender amplia seu som de estádio com produção grandiosa, letras afiadas e momentos íntimos inesperados, mas às vezes se perde no excesso.

Franz Ferdinand abraça sintetizadores e explora sons mais sombrios em um álbum dançante que marca uma nova fase na carreira da banda.
Conheça a discografia de diferentes bandas e expanda seu horizonte musical.