
Angine de Poitrine – Vol. II
Math rock microtonal, grooves tortos e energia de pista: um disco inventivo, técnico e absurdamente vivo, sem perder o senso de humor.
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Math rock microtonal, grooves tortos e energia de pista: um disco inventivo, técnico e absurdamente vivo, sem perder o senso de humor.

EP reflexivo e espiritual, com brilho clássico do U2, clima íntimo e canções sobre amizade, perda, fé e renovação.

Box ao vivo que reúne o MSG entre 1980 e 1984: riffs afiados, line-ups mutantes e Michael Schenker brilhando como sempre.

Thrash/death feroz, refrões mais fortes e Prika cada vez mais dominante: um disco direto, pesado e surpreendentemente memorável.

Pop sofisticado, jazz e câmara em um disco autobiográfico, torto e elegante, onde Bruce Hornsby transforma memória em arte inquieta.
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Hard rock melódico com riffs afiados e baladas poderosas, marcando uma evolução sonora com a entrada de Matthias Jabs.

Elton John reinventa-se em colaborações que atravessam gêneros: seu piano e voz se misturam a jovens e veteranos num álbum de encontros ousados.

Blues rock visceral e feminino, com harmonias impactantes, riffs inventivos e produção caseira que mostra a força do duo Lovell.

Cher reinventa sua sonoridade com pop intenso, covers ousados e a poderosa “Half-Breed”, equilibrando drama pessoal e apelo comercial.

Dance-pop moderno e baladas emocionais: o retorno de Cher mistura energia de pista e vulnerabilidade em um álbum vibrante e maduro.

Elvis volta com trilha pra cinema: pop-rock marítimo, refrões chiclete e charme havaiano — sobretudo com “Return to Sender”.

Pop vibrante e íntimo com refrães cativantes, letras sobre amor e identidade, produção sofisticada: Mika em sua fase mais pessoal.

Pop teatral, beats dançantes e melodias introspectivas: o segundo álbum de Mika mistura fantasias adolescentes com produção grandiosa.

O Kiss retorna após 11 anos sem inéditas com um disco direto, barulhento e fiel às raízes, trazendo riffs clássicos e energia de arena.

Metal extremo e conceitual que retrata a Primeira Guerra com riffs brutais, atmosferas densas e foco em união, resistência e trauma.

Death/doom encorpado, riffs esmagadores e pitadas de post-punk e grunge: um disco mais aberto, ambicioso e ainda absurdamente pesado.

Gutter Ballet mistura metal com drama teatral, riffs pesados e pianos sombrios — um Queen sombrio flertando com Broadway e Poe.

Uma jornada introspectiva com camadas sonoras ricas, onde o indie rock encontra o psicodélico, mostrando o Savoy em sua forma mais madura.

EP temático de Valentine com 6 faixas altern‑rock, celebrando amor não convencional e identidade, com clima jovem e irreverente.

Indie rock e power pop mais soturnos, com arranjos elegantes, letras de colapso cotidiano e uma banda soando madura sem perder identidade.

Equilíbrio entre melodia e distorção, mostrando um trio mais confiante, acessível e maduro sem perder atitude.
Conheça a discografia de diferentes bandas e expanda seu horizonte musical.