
Angel Dust – Cold 2 the Touch
Hardcore melódico com produção moderna e refrões expansivos; o disco mais acessível e ambicioso da banda.
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Hardcore melódico com produção moderna e refrões expansivos; o disco mais acessível e ambicioso da banda.

Arranjos refinados, emoção intensa e fusão orgânica entre mariachi clássico e atitude alternativa californiana.

Indie pop elegante e nostálgico, com guitarras cintilantes e letras maduras que transformam melancolia em charme sonoro.

Death metal sombrio e atmosférico, com teclados sutis ampliando o clima apocalíptico. Segundo álbum mais conceitual.

Coletânea crua e energética que reúne raridades afiadas, mantendo o espírito garageiro e a potência clássica da banda.
Escolhas aleatórias dos estilos de música mais buscados no site.

Aerosmith ao vivo em Berlim (jan/2015): setlist dos clássicos com performance visceral e energia contagiante num show emblemático.

EP alt-rock reflexivo: guitarras limpas e vocais emotivos culminam em clímax surpreendente no título “Goodbye Kanan”.

Elvis em tour vibrante de 1972: documentário com energia ao vivo, banda sensacional e momento de retomada artística do rei.

Devil’s Playground marca o retorno de Billy Idol ao hard rock puro, com riffs pesados, atitude renovada e a parceria clássica com Steve Stevens.

Um registro pessoal e emocional das apresentações ao vivo da banda.

Michael Jackson ainda em transição, com uma vibe suave de R&B e pop, influenciado por Marvin Gaye e Stevie Wonder, mas sem o impacto de seus sucessores.

Cyndi Lauper abraça a eletrônica em Bring Ya to the Brink, misturando batidas pulsantes, letras afiadas e sua irreverência única em um álbum dançante e ousado.

Pop-rock ousado, batidas sintéticas e vocais nostálgicos: Elton responde às críticas com vigor, elegendo Reg Strikes Back seu novo recomeço.

Um salto monumental rumo ao power metal moderno, unindo melodias épicas e produção refinada em um marco que redefiniu o som da banda e do gênero.

Guitarras elegantes, vocais poderosos e uma postura renovada: Borderland é o Amorphis mais maduro e melódico dos últimos anos.

Ópera-progressiva metaleira e bem-humorada sobre um alienígena que invade a Terra por café ruim — solo, criativo e explosivo.

“13” é a despedida do Black Sabbath com a formação original (menos Bill Ward), Ozzy no vocal e produção de Rick Rubin, trazendo riffs pesados e uma vibe clássica com um toque moderno.

Denso e emocional, transforma colapso pessoal em beleza sonora; muralhas de guitarra e vulnerabilidade em harmonia.

Atmosfera densa e guitarreio reverberante, produção intensa e visceral: The Cure (2004) traz a banda em seu momento mais “Cure heavy”.

Indie rock expansivo e emocional que mistura country, folk e paisagens sonoras profundas, refletindo sobre relações, perdas e reconexões.

Em “The Crux”, Djo mistura psicodelia vintage com synth-pop moderno em uma viagem sonora nostálgica, existencial e cheia de personalidade.
Conheça a discografia de diferentes bandas e expanda seu horizonte musical.