
Asia – Asia – Live in England
Um ao vivo elegante e musculoso: Asia revive o debut de 1982 com nova formação, ótimo som e energia que foge do simples saudosismo.
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Um ao vivo elegante e musculoso: Asia revive o debut de 1982 com nova formação, ótimo som e energia que foge do simples saudosismo.

Hard rock sulista, riffs encorpados e clima de decadência elegante: um disco mais pesado e vivido, feito por veteranos ainda perigosos.

Um Lamb of God enxuto e violento, com riffs afiados, clima apocalíptico e experimentos pontuais que reacendem a melhor fase da banda.

Um álbum enxuto, melódico e certeiro: sobra de estúdio com cara de continuação oficial, refrões fortes e o Gotthard em modo veterano afiado.

Um documento histórico e explosivo: Dream Theater ao vivo, com técnica absurda, clima de despedida (esse é o último show antes do Mike Portnoy sair) e foco pesado na fase Black Clouds.
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Com Robert Hart nos vocais, a banda buscou resgatar suas raízes no blues rock, com uma produção moderna.

Espaço de estádio, produção mega-ao-vivo, AC/DC veterana em nível máximo

Rush arrisca tudo numa montanha-russa de prog rock: de momentos geniais a devaneios sem freio, quase jogando a banda no limbo — mas salvando sua alma aventureira.

Puro rock sem firulas: riffs sujos, swagger setentista e refrões viciantes. Hellacopters segue firme no alto escalão do high-energy rock!

Batidas eletrônicas, sax suave e pop moderno – Supertramp exibe um álbum experimental que mistura dance-pop com sua assinatura sonora.

Britpop e sintetizadores, com Keane se afastando do piano clássico para criar uma sonoridade ousada e eletrônica.

Considerado o auge criativo da banda, este álbum une synth-pop e rock alternativo, redefinindo a música eletrônica.

Estreia impactante do a-ha, combinando synth-pop vibrante com profundidade emocional, criando clássicos atemporais dos anos 80. Contém o hit Take on me.

Estreia marcante do Shaman, Ritual combina power metal com influências étnicas e letras espirituais, destacando-se no cenário internacional.

Katatonia aprofunda sua transição para o gothic metal, entregando um álbum melancólico, com produção refinada e atmosferas densas e introspectivas.

Um ritual satânico retrô, misturando riffs clássicos, teclados macabros e melodias viciantes. O diabo dança ao som da estréia do Ghost!

Ghost viaja aos anos 60, misturando psicodelia pop, letras provocativas e riffs satânicos em um EP irresistível. Tem o clássico Mary on a Cross.

Som mais maduro e introspectivo dos Smiths, misturando indie pop com psicodelia e arranjos de cordas, marcando a despedida da banda.

Debut acústico e folk de Pulp, com Jarvis incipiente e atmosfera ingênua, marcando o pontapé inicial da jornada indie da banda.

Incursão dos Kooks no synthpop dos anos 80, com grooves dançantes e uma vibe europeia pós-Brexit.

Gravado ao vivo em Londres, o álbum mostra o Franz Ferdinand em sua melhor forma, mesclando energia crua e hits dançantes em um show inesquecível.
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