
Angine de Poitrine – Vol. II
Math rock microtonal, grooves tortos e energia de pista: um disco inventivo, técnico e absurdamente vivo, sem perder o senso de humor.
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Math rock microtonal, grooves tortos e energia de pista: um disco inventivo, técnico e absurdamente vivo, sem perder o senso de humor.

EP reflexivo e espiritual, com brilho clássico do U2, clima íntimo e canções sobre amizade, perda, fé e renovação.

Box ao vivo que reúne o MSG entre 1980 e 1984: riffs afiados, line-ups mutantes e Michael Schenker brilhando como sempre.

Thrash/death feroz, refrões mais fortes e Prika cada vez mais dominante: um disco direto, pesado e surpreendentemente memorável.

Pop sofisticado, jazz e câmara em um disco autobiográfico, torto e elegante, onde Bruce Hornsby transforma memória em arte inquieta.
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Show íntimo na Toscana gravado em 11/09/2001: versões acousticas emocionantes dos maiores sucessos de Sting, com tom reflexivo e jazz pop elegante.

Clássicos dos primeiros discos revigorados ao vivo: energia de banda, produção certeira e emoções cruas em performances inesquecíveis.

Um álbum sombrio e agressivo, com solos de guitarra de Eddie Van Halen cortantes e vocais intensos de Roth. É rock visceral e sem frescura.

Um álbum-duplo que atravessa introspecção e explosão, dividindo-se entre dor e celebração com produção visceral e sinceridade expansiva.

Um álbum íntimo e ousado: Madonna mistura pop, gospel e rock para transformar dor, fé e provocação em arte pop atemporal.

Caetano Veloso entrega um álbum introspectivo e sofisticado, mesclando MPB com influências afro-brasileiras em composições líricas e emocionantes.

Soft rock melódico com banjo e cordas, letras íntimas e arranjos polidos: um disco emocional e relaxante que consolida a identidade da banda.

Tears for Fears renasce com pop art cheio de cores, arranjos ousados e o reencontro de Orzabal e Smith em um disco maduro e otimista.

Transição energética para os Scorpions, com o hard rock ardente e o metal começando a se firmar. Uli Jon Roth sai, Herman Rarebell entra e a banda se prepara para a fase mais polida do som.

Riffs avassaladores e atmosferas sombrias em uma crítica aberta à religiosidade institucional, reafirmando a brutalidade e a originalidade que definem o Behemoth.

Hard rock folk-metal com riffs épicos e atmosferas medievais, equilibrando introspecção e luz num dos trabalhos mais acessíveis da banda.

Com tema de terror cinematográfico, o álbum traz riffs pesados, teclados sombrios e uma fase mais teatral que amplia o universo monstruoso do Lordi.

Primeira parte da duologia Equus, traz uma sonoridade introspectiva com sintetizadores e baixos marcantes, mas peca no final com faixas instrumentais monótonas.

Com fuzz sujo, groove afiado e atitude de sobra, A Million Knives mistura garage rock e grandiosidade, soando nostálgico sem ser datado.

Álbum solo íntimo e minimalista, onde Tom Smith troca a grandiosidade da Editors por violões, emoções cruas e um brilho melancólico e esperançoso.

Listen é a ousada reinvenção dos Kooks: funk, gospel e R&B se fundem ao indie britânico em um álbum que divide opiniões, mas não passa despercebido.
Conheça a discografia de diferentes bandas e expanda seu horizonte musical.