
Asia – Live in England
Um ao vivo elegante e musculoso: Asia revive o debut de 1982 com nova formação, ótimo som e energia que foge do simples saudosismo.
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Um ao vivo elegante e musculoso: Asia revive o debut de 1982 com nova formação, ótimo som e energia que foge do simples saudosismo.

Hard rock sulista, riffs encorpados e clima de decadência elegante: um disco mais pesado e vivido, feito por veteranos ainda perigosos.

Um Lamb of God enxuto e violento, com riffs afiados, clima apocalíptico e experimentos pontuais que reacendem a melhor fase da banda.

Um álbum enxuto, melódico e certeiro: sobra de estúdio com cara de continuação oficial, refrões fortes e o Gotthard em modo veterano afiado.

Um documento histórico e explosivo: Dream Theater ao vivo, com técnica absurda, clima de despedida (esse é o último show antes do Mike Portnoy sair) e foco pesado na fase Black Clouds.
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Hard rock clássico com toques modernos, trazendo a energia do passado com a vibe de 2009. Uma viagem nostálgica com falhas e diversão.

Show cru e intenso da era Animalize, único registro oficial com Mark St. John: energia acelerada, clássicos revisados e imperfeições históricas.

Uma viagem glamorosa de rock retro, disco e AOR, com refrões cativantes, sintetizadores brilhantes e energia contagiante.

Hard rock e metal pop com letras reflexivas, destacando a balada icônica Wind of Change. Riffs potentes e ousadia marcam o álbum.

Caetano Veloso entrega um álbum introspectivo e sofisticado, mesclando MPB com influências afro-brasileiras em composições líricas e emocionantes.

Indie folk etéreo com eletrônica sutil: um disco introspectivo, minimalista e emocionalmente maduro.

Segundo EP que equilibra melodias cativantes e riffs vibrantes, trazendo o frescor do indie-alt rock com produção de peso e energia de palco.

Art pop vibrante e teatral: Byrne e St. Vincent unem vozes afiadas e uma orquestra de metais para criar um álbum ousado e excêntrico.

Virtuosismo, drama e velocidade se encontram em Angels Cry, o disco de estréia que catapultou o Angra como referência mundial no power metal clássico e teatral.

Um álbum sombrio e agressivo, com solos de guitarra de Eddie Van Halen cortantes e vocais intensos de Roth. É rock visceral e sem frescura.

Death metal sueco cru, podre e certeiro: riffs de motosserra, clima de horror e uma banda veterana tocando com fome renovada.

Álbum maximalista que mescla hardcore, pop e ruído com letras críticas e melodias poderosas: um manifesto sonoro da banda The Armed.

Retrato introspectivo da era pandêmica, com texturas variadas, colaborações pontuais e um The Cribs mais fragmentado.

Em “The Crux”, Djo mistura psicodelia vintage com synth-pop moderno em uma viagem sonora nostálgica, existencial e cheia de personalidade.

Folk minimalista e introspectivo, com letras maduras e produção delicada. Iron & Wine revisita suas raízes com emoção contida.

Projeto mais etéreo e introspectivo da banda, com equilibrado uso de indie folk e toques eletrônicos.
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