
Morrissey – Make-Up Is a Lie
Um disco elegante e rabugento: bons arranjos, voz ainda marcante e faixas esparsamente fortes num retorno mais ressentido que inspirado.
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Um disco elegante e rabugento: bons arranjos, voz ainda marcante e faixas esparsamente fortes num retorno mais ressentido que inspirado.

Soul psicodélico, neo soul e memórias pesadas: um adeus maduro, confessional e estranho na medida certa para fechar a trilogia.

Disco-pop elegante e contido, com clima berlinense, coral soul e um Harry mais introspectivo, estranho e menos óbvio que no álbum anterior.

Coletânea estrelada, melancólica e surpreendentemente coesa: indie, art pop e folk em estado de urgência humana.

Caixa de demos e shows que flagra o Talking Heads ainda cru, magro e elétrico, com clássicos nascendo no susto e muita tensão boa.
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Folk e country com punhado de protesto político: Neil Young retorna com a estreia da Chrome Hearts, declarações ao mundo e reflexões pessoais.

Franz Ferdinand refina seu indie rock com toques de melancolia e energia dançante, mostrando maturidade sem perder a essência vibrante.

Kiss sem maquiagem, em plena Asylum Tour, entrega um show cru e energético, com clássicos, novidades e uma formação sólida ao vivo.

Rod Stewart mistura rock e pop em Every Beat of My Heart, com hits como “Love Touch”, mas enfrenta mais críticas por sua produção polida.

Compilação póstuma que reúne faixas inéditas e solos de Karen Carpenter, mantendo viva a essência suave e melódica dos Carpenters.

Show eletrizante que mistura clássicos e novidades dos Pet Shop Boys, com produção refinada e um synth-pop que brilha no palco.

Pop eufórico, teatral e nostálgico: MIKA aposta em sintetizadores, refrões gigantes e emoção exagerada em um disco feito para brilhar.

ABBA maduro, com músicas imortais e uma combinação de pop sofisticado, energia vibrante e interpretações emocionantes.

Baladas poderosas e riffs marcantes definem este disco. O Aerosmith domina as paradas e conquista dois Grammys.

Doom épico com riffs monumentais, vocais dramáticos e atmosfera sombria: Sweet Evil Sun mantém Candlemass no trono do metal pesado.

Início cru e atmosférico do Behemoth, fundindo black metal escandinavo com mitologia eslava em uma tempestade sonora pagã.

Ponto de virada do Scorpions, com um som mais pesado e metálico, influenciado pelo rock psicodélico, marcado por solos afiados e (mais) uma capa polêmica.

Após 24 anos, Pulp retorna com More, um álbum que mistura Britpop clássico com novas influências, explorando temas de amor, perda e envelhecimento.

Soft rock melódico com banjo e cordas, letras íntimas e arranjos polidos: um disco emocional e relaxante que consolida a identidade da banda.

Voz trêmula e guitarras doces em um rock alternativo emocional: o poderoso e sensível debut dos Cranberries que marcou gerações.

Som mais maduro e introspectivo dos Smiths, misturando indie pop com psicodelia e arranjos de cordas, marcando a despedida da banda.
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