Artistas

Muse
Porque poucos grupos fazem o pânico do século soar tão grande, tão físico e tão irresistivelmente cantável.

Guided by Voices
Cada canção parece pequena demais para conter o mundo, e por isso explode.

Jeff Goldblum
O piano dele sorri de lado, como se cada standard guardasse um segredo elegante.

Dimmu Borgir
O apocalipse aqui não é cenário, é uma orquestra tocando dentro da neve suja.

The All-American Rejects
Refrões enormes para os dias em que crescer parece uma forma particularmente barulhenta de perder.

GIVĒON
Sua voz transforma arrependimento em arquitetura, baixa, ampla e impossível de ignorar.
The Pretty Reckless
Uma voz que não pede perdão transforma glamour, luto e desejo em combustão de guitarra.

Nargaroth
Black metal como carta de isolamento, onde a melodia chega sempre com as mãos sujas de cinza.
Pixies
Porque ninguém fez o absurdo soar tão pop, tão ameaçador e tão imediatamente humano.

DevilDriver
DevilDriver é metal como caminhão em descida, sem freio, sem ternura, com propósito.

Labrinth
Ele transforma pop em febre, devoção e curto-circuito emocional sem pedir licença ao bom gosto.

Amy Grant
A fé, quando passa pelo pop perfeito, ganha pulso humano e memória coletiva.

Paul Weller
A canção britânica em estado de vigília, elegante demais para se render e inquieta demais para virar bronze.







