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A Horse Called Music

A Horse Called Music

Willie Nelson

1 de janeiro de 1989


Gravadora: Columbia Records

43º álbum de estúdio

A estrada guarda tudo

A Horse Called Music pertence a uma fase em que Willie Nelson já tratava o country como território móvel. Nothing I Can Do About It Now, There You Are, If I Were a Painting sustentam o disco com sua mistura de melancolia, humor seco e fraseado fora do trilho.

A produção de Fred Foster mantém a canção no primeiro plano, sem esmagar a voz. O resultado é um capítulo de carreira que prefere caráter a espetáculo, com Texas, rádio e estrada disputando a mesma mesa.

Por que ouvir esse álbum?

Pela precisão com que Willie faz simplicidade soar inevitável.

Veja a discografia completa

Destaques

  1. 1Nothing I Can Do About It Now
  2. 2There You Are
  3. 3If I Were a Painting

Singles

  • Nothing I Can Do About It Now
  • There You Are

Fatos interessantes

  • A produção creditada a Fred Foster ajuda a definir o enquadramento do disco, entre controle de estúdio e respiração de banda.
  • O lançamento saiu por Columbia Records, dado que situa o álbum dentro das fases industriais mais distintas da carreira de Willie.
  • A ficha aponta country, mas a voz de Nelson costuma deslocar essas etiquetas para um território mais pessoal.
  • Nothing I Can Do About It Now concentra boa parte da identidade pública do álbum e funciona como porta de entrada natural.
  • There You Are reforça o lado interpretativo de Willie, sempre atento ao silêncio entre uma frase e outra.
  • If I Were a Painting amplia o repertório essencial do lançamento sem depender de pirotecnia.
  • A presença de Thomas Brannon, Larry Byrom, Beth Nielsen Chapman dá ao registro uma cor instrumental diferente da imagem solitária de Willie com Trigger.
  • Entram Thomas Brannon, Larry Byrom, Beth Nielsen Chapman, Billy Gene English, Paul English, Scott Jarrett, Wendy Suits Johnson, Jana King, Larrie Londin, Grady Martin, Farrell Morris, Bobbie Nelson, Bobby Ogdin, Larry Paxton, Jody Payne, Don Potter, Mickey Raphael, Ronnie Reno, Lisa Silver, Bee Spears, Bergen White, Chip Young e Reggie Young.
  • As sessões associadas a Digital Recorders, House of David preservam a tensão entre acabamento profissional e fraseado errante.
  • O álbum reafirma uma marca central de Willie: cantar fora do tempo rígido sem perder o centro emocional da canção.

Produção

Fred Foster

Estúdios

Digital Recorders, House of David, Pedernales Studios

Gravadora

Columbia Records

Formação

Willie Nelsonviolão, voz
Thomas Brannonvoz
Larry Byromguitarra elétrica
Beth Nielsen Chapmanvoz
Billy Gene Englishpercussão, bateria
Paul Englishbateria
Scott Jarrettvoz
Wendy Suits Johnsonvoz
Jana Kingvoz
Larrie Londinbateria
Grady Martinguitarra elétrica
Farrell Morrispercussão
Bobbie Nelsonpiano
Louis Dean Nunleyvoz
Bobby Ogdinpiano
Larry Paxtonbaixo
Jody Payneguitarra elétrica
Don Potterviolão
Mickey Raphaelharmônica
Ronnie Renomandola
Lisa Silvervoz
Bee Spearsbaixo
Bergen Whitearranjos, voz
Chip Youngviolão
Reggie Youngviolão

Mudanças na formação

Entram Thomas Brannon, Larry Byrom, Beth Nielsen Chapman, Billy Gene English, Paul English, Scott Jarrett, Wendy Suits Johnson, Jana King, Larrie Londin, Grady Martin, Farrell Morris, Bobbie Nelson, Bobby Ogdin, Larry Paxton, Jody Payne, Don Potter, Mickey Raphael, Ronnie Reno, Lisa Silver, Bee Spears, Bergen White, Chip Young e Reggie Young.

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