Gravadora: Fiction
2º álbum de estúdio
A noite encontra sua forma
Seventeen Seconds é o momento em que o The Cure descobre o frio como arquitetura. As músicas respiram pouco, os espaços pesam, o baixo de Simon Gallup muda o centro de gravidade. A Forest não é apenas single: é um corredor sem saída.
Robert Smith troca a ironia juvenil por sombras disciplinadas, teclados discretos e bateria quase espectral. O álbum parece barato, rápido, instável. Justamente por isso permanece tão cortante.
Por que ouvir esse álbum?
”Para sentir o instante em que a banda aprende a transformar silêncio em ameaça.
Destaques
- 1A Forest
- 2Play for Today
- 3M
- 4At Night
- 5Seventeen Seconds
Singles
- ●A Forest
- ●Play for Today
Fatos interessantes
- ●A entrada de Simon Gallup redefiniu a função do baixo dentro da banda, dando às músicas um peso hipnótico.
- ●Matthieu Hartley adicionou teclados econômicos, fundamentais para a névoa fria do álbum.
- ●As sessões foram rápidas e com orçamento apertado, o que reforçou a secura do resultado.
- ●A Forest se tornou o primeiro grande clássico sombrio do grupo e presença fixa nos shows.
- ●Robert Smith assumiu papel maior na produção ao lado de Mike Hedges.
- ●O disco abriu a sequência geralmente chamada de trilogia sombria do The Cure.
- ●Play for Today ganhou vida própria nos concertos, especialmente pela resposta vocal do público.
- ●A capa abstrata reforçou o afastamento da imagem mais pop e irônica da estreia.
- ●O álbum ampliou a reputação europeia da banda sem diluir sua estranheza.
- ●Seu som influenciou gerações de post-punk e rock gótico pela recusa de excesso ornamental.
Gravadora
Fiction
Formação
Robert Smithvocal principal, guitarra, teclados
Simon Gallupbaixo
Matthieu Hartleyteclados
Lol Tolhurstbateria
Mudanças na formação
Michael Dempsey saiu; Simon Gallup entrou no baixo e Matthieu Hartley entrou nos teclados.













