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Seventeen Seconds

Seventeen Seconds

The Cure

18 de abril de 1980


Gravadora: Fiction

2º álbum de estúdio

A noite encontra sua forma

Seventeen Seconds é o momento em que o The Cure descobre o frio como arquitetura. As músicas respiram pouco, os espaços pesam, o baixo de Simon Gallup muda o centro de gravidade. A Forest não é apenas single: é um corredor sem saída.

Robert Smith troca a ironia juvenil por sombras disciplinadas, teclados discretos e bateria quase espectral. O álbum parece barato, rápido, instável. Justamente por isso permanece tão cortante.

Por que ouvir esse álbum?

”

Para sentir o instante em que a banda aprende a transformar silêncio em ameaça.

Veja a discografia completa

Destaques

  1. 1A Forest
  2. 2Play for Today
  3. 3M
  4. 4At Night
  5. 5Seventeen Seconds

Singles

  • ●A Forest
  • ●Play for Today

Fatos interessantes

  • ●A entrada de Simon Gallup redefiniu a função do baixo dentro da banda, dando às músicas um peso hipnótico.
  • ●Matthieu Hartley adicionou teclados econômicos, fundamentais para a névoa fria do álbum.
  • ●As sessões foram rápidas e com orçamento apertado, o que reforçou a secura do resultado.
  • ●A Forest se tornou o primeiro grande clássico sombrio do grupo e presença fixa nos shows.
  • ●Robert Smith assumiu papel maior na produção ao lado de Mike Hedges.
  • ●O disco abriu a sequência geralmente chamada de trilogia sombria do The Cure.
  • ●Play for Today ganhou vida própria nos concertos, especialmente pela resposta vocal do público.
  • ●A capa abstrata reforçou o afastamento da imagem mais pop e irônica da estreia.
  • ●O álbum ampliou a reputação europeia da banda sem diluir sua estranheza.
  • ●Seu som influenciou gerações de post-punk e rock gótico pela recusa de excesso ornamental.

Produção

Robert Smith, Mike Hedges

Estúdios

Morgan Studios

Gravadora

Fiction

Formação

Robert Smithvocal principal, guitarra, teclados
Simon Gallupbaixo
Matthieu Hartleyteclados
Lol Tolhurstbateria

Mudanças na formação

Michael Dempsey saiu; Simon Gallup entrou no baixo e Matthieu Hartley entrou nos teclados.

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