Gênero
pop rock
79 álbums
Bleachers · 2026
Indie pop de banda, com sax, folk rock, soul brilhante e romantismo inquieto no quinto álbum do Bleachers.
Sting · 2025
Registro ao vivo de 2025 em trio, com repertório clássico, som enxuto e tensão entre memória pop e energia rock.

The Beach Boys · 2022
Arquivo da fase 1972, com So Tough, Holland, Chaplin, Fataar e a reinvenção roqueira da banda.
Sting · 2021
Álbum pandêmico de pop rock adulto, com temas de travessia, amor, perda e incerteza.
Tori Amos · 2021
Luto pandêmico, banda reencontrada e chamber pop luminoso em uma obra de reparação.

The Beach Boys · 2021
Caixa dedicada a 1969-1971, revelando a força criativa por trás de Sunflower e Surf’s Up.
Shakespears Sister · 2019
EP de reencontro entre Fahey e Detroit, adulto e melancólico, com brilho pop e cicatrizes à vista.

Sting · 2017
Registro de banda elétrica em Paris, unindo 57th & 9th, clássicos solo e The Police com energia renovada.

Foo Fighters · 2017
Disco de rock pesado com produção pop expansiva, harmonias densas e Rami Jaffee oficializado nos teclados.
Ringo Starr · 2017
Pop rock de amigos, country e reggae em uma coleção madura sobre estrada, afeto e permanência.


a-ha · 2015
Reunião madura, bem produzida e surpreendentemente coesa, com brilho contido e tensão emocional.
Tori Amos · 2014
Canções autorais, piano e maturidade sem pose em um retorno mais direto ao pop de câmara.
Melanie C · 2013
Registro ao vivo em Londres que valoriza banda, voz e repertório solo com energia pop rock direta.

The Beach Boys · 2012
Reunião de 2012 com Brian Wilson e David Marks, pop nostálgico e uma sequência final de despedida comovente.
Sting · 2010
Concerto sinfônico em Berlim, com clássicos de Sting remodelados por orquestra e acabamento sofisticado.
Shakespears Sister · 2009
Retorno solo sob o nome Shakespears Sister, guiado por electroclash, new wave e a voz escura de Fahey.
Tori Amos · 2007
Rock teatral, personas femininas e crítica política em um álbum maximalista e desigual.
Cyndi Lauper · 2005
Releituras acústicas dos clássicos de Lauper, com convidados fortes e foco na resistência das composições.

The Beach Boys · 2002
Registro de Knebworth 1980 com formação clássica reunida e clima de celebração antes de perdas definitivas.
The All-American Rejects · 2002
Pop punk de quarto virando rádio: refrões limpos, ferida romântica e a primeira grande faísca da banda.
Sting · 2001
Ao vivo íntimo na Toscana, gravado em 11 de setembro de 2001, com clássicos tratados em tom sóbrio e elegante.
a-ha · 2000
Retorno maduro do a-ha, com pop eletrônico elegante, baladas largas e a força radiofônica de “Summer Moved On”.

Sting · 1999
Retorno comercial com pop global, eletrônica discreta, raï e produção de alto brilho.

Scorpions · 1999
Experimento pop rock de 1999, controverso, eletrônico e distante do hard rock clássico da banda.
Cyndi Lauper · 1996
Álbum alternativo e eletrônico, com temas queer, femininos e sociais em uma estética pop mais arriscada.

a-ha · 1993
O álbum mais áspero do a-ha troca polimento por tensão rock e acabou virando peça de culto.
Sting · 1993
Pop refinado, leve e afiado, com alguns dos temas mais duradouros da carreira solo de Sting.

The Beach Boys · 1992
Álbum digital e tropical sem Brian Wilson, lembrado pela recepção negativa e pela crise criativa da banda.
Shakespears Sister · 1992
Pop gótico de alto impacto, guiado por vozes opostas, hits enormes e uma tensão interna que virou lenda.

Sting · 1991
Álbum sombrio e narrativo, moldado por luto, memória operária e imagens marítimas.

a-ha · 1990
O disco da guinada: menos neon, mais terra, guitarras e uma maturidade que rompeu com a década anterior.
The Beach Boys · 1989
Produto de fim dos anos 1980 impulsionado por “Kokomo”, misturando trilhas, inéditas e clássicos reciclados.
Shakespears Sister · 1989
Estreia irregular e magnética, entre synth-pop, pop rock e um teatro sombrio que anunciava a mutação da dupla.
Queen · 1989
Retorno de estúdio com créditos coletivos, produção digital e singles fortes em meio a tensão privada e pressão da mídia.
Cyndi Lauper · 1989
Terceiro álbum de pop rock adulto, irregular, salvo por uma voz monumental e pelo impacto de I Drove All Night.

a-ha · 1988
Pop sofisticado, melancolia alta e refrães elegantes em um disco que expandiu o alcance europeu do a-ha.

a-ha · 1986
O segundo álbum troca euforia por sombra, amplia o synth-pop e firma o a-ha como banda de ambição dramática.
Paul McCartney · 1986
Disco tecnológico e tenso, com Paul tentando se reinventar dentro do pop dos anos 80.
Sting · 1986
Primeiro ao vivo solo de Sting, com jazz rock sofisticado, repertório refeito e banda de apoio extraordinária.

The Beach Boys · 1986
Compilação ampla dos anos 1980, com clássicos, material tardio e inéditas para reposicionar o legado da banda.

Sting · 1985
Estreia solo ambiciosa, com pop, jazz e política em choque controlado depois do fim do Police.

The Beach Boys · 1985
Retorno oitentista após a morte de Dennis Wilson, com produção digital e o single “Getcha Back”.
Paul McCartney · 1984
Trilha luxuosa e irregular, salva pelo peso emocional de No More Lonely Nights.
Paul McCartney · 1983
Pop polido dos anos 80, com George Martin, Michael Jackson e ambição pacifista.
Cyndi Lauper · 1983
Debut histórico de new wave pop, cheio de hits, teatralidade e inteligência feminista para a era MTV.
Queen · 1982
A fase mais controversa do Queen aposta em funk, disco e pop sintético, coroada por Under Pressure com David Bowie.

Paul McCartney · 1982
Pop sofisticado, marcado por George Martin, Stevie Wonder e a sombra de John Lennon.

The Beach Boys · 1980
Álbum de virada dos anos 1980, nostálgico e desigual, salvo por harmonias fortes e alguns lampejos sinceros.

The Beach Boys · 1979
Soft rock polido, sucesso britânico com “Lady Lynda” e a controversa guinada disco de “Here Comes the Night”.

The Beach Boys · 1978
Disco irregular gravado em retiro universitário, com nostalgia pop, produção leve e raros lampejos emocionais.

The Beach Boys · 1977
Culto e excêntrico, combina sintetizadores, melodias diretas e a escrita íntima de Brian Wilson em estado bruto.

The Beach Boys · 1976
Retorno comercial de Brian Wilson, misturando covers, originais e a campanha problemática Brian’s Back.

The Beach Boys · 1975
Compilação complementar de hits e faixas iniciais, reforçando a fase Capitol como memória pop americana.

The Beach Boys · 1974
Coletânea decisiva que reativou os hits iniciais, levou a banda de volta ao topo e cristalizou sua imagem nostálgica.

The Beach Boys · 1973
Ao vivo robusto da fase Chaplin e Fataar, com repertório amplo e Carl Wilson liderando a presença de palco.

The Beach Boys · 1972
Disco de transição roqueira, com Chaplin e Fataar renovando a formação e Carl Wilson no centro.

The Beach Boys · 1970
Renascimento colaborativo, refinado e injustiçado, com Dennis Wilson em alta e a fase Reprise começando forte.

The Beach Boys · 1970
Registro britânico de 1968, com clássicos, fase psicodélica e a banda defendendo seu legado em palco.

The Beach Boys · 1969
Colagem de singles, sobras e fragmentos de Smile, com Carl Wilson emergindo e a banda buscando novo eixo.

The Beach Boys · 1968
Pop íntimo e meditativo de 1968, com delicadeza doméstica, Dennis compositor e Brian em modo miniatura.

The Beach Boys · 1967
Álbum curto, soul e caseiro, com Carl Wilson em destaque e a banda reagindo ao peso pós-Smile.

The Beach Boys · 1965
Retorno ao brilho pop, com “California Girls”, arranjos refinados e a entrada de Bruce Johnston no universo da banda.

The Beach Boys · 1965
Pop de transição essencial, com hits solares no início e baladas psicológicas que antecipam Pet Sounds.

The Beach Boys · 1964
Disco natalino que mistura hits próprios, standards orquestrados e o instinto comercial afiado de Brian Wilson.

The Beach Boys · 1964
Clássico da fase surf pop, com “I Get Around” no centro e Brian Wilson refinando o motor vocal da banda.

The Beach Boys · 1964
Entre surf pop e baladas sofisticadas, o álbum revela Brian Wilson dominando emoção, arranjo e sombra.

The Beach Boys · 1963
Disco de transição, com surf rock radiante e a intimidade de “In My Room” anunciando outro Brian Wilson.




