Gênero
alternative
202 álbums

Placebo · 2026
Releitura do debut de 1996 com faixas reconstruídas a partir das masters e moldadas por três décadas de palco.

Graham Coxon · 2026
Álbum perdido de Graham Coxon, gravado em 2011 e enfim lançado com guitarras cruas, memória adolescente e melodia britânica.

Embrace · 2026
Rock alternativo britânico de refrões amplos, melancolia direta e senso de resistência adulta.

Sleeping with Sirens · 2026
Post-hardcore emocional, produzido com foco e peso, entre colapso íntimo e refrões de catarse.

Dirty Heads · 2026
Reggae rock expansivo, melódico e urbano, com groove de praia e acabamento alternativo.

Klimt 1918 · 2026
Rock alternativo e shoegaze de clima melancólico, com guitarras em névoa e produção de Tony Doogan.

Seahaven · 2026
Rock alternativo melancólico, com mix amplo, guitarras sombrias e maturidade emocional pós-retorno.

Dogstar · 2026
Rock alternativo direto, produzido por Nick Launay, com trio coeso e pouca pose retrô.

Shinedown · 2026
Hard rock de arena, refrões musculares e produção interna de Eric Bass em fase afirmativa.

Violet Grohl · 2026
Rock alternativo jovem, produzido por Justin Raisen, com melodias doces e tensão subterrânea.

Guided by Voices · 2026
Indie rock fragmentado, melódico e oblíquo, com Robert Pollard comandando uma banda afiada.
Future Islands · 2026
Compilação de 20 anos com raridades, favoritas de fãs e synth-pop emocional marcado por baixo, drama e presença vocal.
Primus · 2026
EP de transição do Primus, com novo baterista, baixo mutante e humor dissonante intacto.

Social Distortion · 2026
Punk rock maduro e áspero, com Mike Ness no comando, garage rock, country sujo e bateria renovada.

Linda Perry · 2026
Retorno solo de Linda Perry, cru e adulto, entre trauma familiar, câncer, rock, blues e confissão vocal.

Basement · 2026
Retorno do Basement com emo adulto, guitarras densas, escrita refinada e tensão controlada.

Sevendust · 2026
Metal alternativo enxuto e poderoso, com riffs afiados, refrões fortes e produção de arena.
Maya Hawke · 2026
Indie folk confessional, frágil e atento às imperfeições que dão corpo às canções.
Godsmack · 2026
Registro ao vivo de hits pesados e despedida histórica da formação clássica do Godsmack.
Tori Amos · 2026
Pop rock político, mitologia de dragões e resistência familiar em um disco extenso e combativo.

White Denim · 2026
Rock alternativo e indie de alta voltagem, com groove, virtuosismo e espírito imprevisível.

Atreyu · 2026
Décimo álbum do Atreyu, pesado e emocional, com produção moderna, guitarras afiadas e Max Cavalera como convidado.

Metric · 2026
Alternative rock e synth-pop com refrões fortes, tensão emocional e acabamento afiado.

Foo Fighters · 2026
Rock de estádio com nervo emocional, grandes refrões e nova dinâmica rítmica com Ilan Rubin.

Seether · 2026
EP curto e pesado que prolonga o último ciclo do Seether com riffs ásperos e clima de desgaste.

Skindred · 2026
Ragga metal afiado, refrães de estádio e Skindred em uma fase coesa, vibrante e feita para o palco.

ZAYN · 2026
R&B melancólico com acenos mais claros às raízes sul-asiáticas, entre ambição estética e hesitação emocional.

They Might Be Giants · 2026
Geek rock afiado, verborrágico e inventivo, com They Might Be Giants ainda encontrando prazer no desvio.

The Smashing Pumpkins · 2025
Compilação tardia ligada a Atum, com faixas raras que expandem o universo conceitual de Shiny.
The Cure · 2024
Registro ao vivo do lançamento de Songs Of A Lost World, com o álbum executado integralmente no Troxy.
Tori Amos · 2024
Ao vivo tardio, amplo e intenso, com hits, lados B e cortes profundos tratados como matéria ainda instável.
The Smashing Pumpkins · 2024
Retorno conciso ao peso, com trio em estúdio, riffs densos, prog sombrio e energia menos dispersa.

Atreyu · 2023
Metal alternativo melódico e fragmentado, com foco em trauma, sobrevivência e consolidação da nova formação.

Skindred · 2023
Oitavo álbum do Skindred, vibrante e acessível, com “Gimme That Boom” e forte impacto nas paradas britânicas.

Sevendust · 2023
Décimo quarto álbum de estúdio, com Napalm Records, produção moderna e peso melódico em tom sombrio.

Foo Fighters · 2023
Álbum de luto e reconstrução, com Dave Grohl na bateria e algumas das letras mais diretas da carreira.
The Smashing Pumpkins · 2023
Ópera rock tripla, com Shiny no centro de uma trama de exílio, fama, controle social e redenção ambígua.
Godsmack · 2023
Disco de despedida de fase, com Mudrock de volta, riffs de arena, melodias maduras e aceno às origens.

The Smashing Pumpkins · 2023
Arquivo da era Siamese Dream, com material que revela o processo por trás do clássico de 1993.

The Smashing Pumpkins · 2023
Sessões da BBC da fase Gish, com som direto, repertório inicial e tensão de banda em ascensão.

The Smashing Pumpkins · 2022
Show japonês da turnê de Gish, com formação clássica crua, pesada e ainda longe da superexposição.

Primus · 2022
Registro ao vivo de 2020 lançado em 2022, com a formação clássica tocando sem plateia presencial.

The Smashing Pumpkins · 2022
Arquivo da fase inicial, com demos e registros que revelam a banda antes do acabamento de Gish.

The Smashing Pumpkins · 2022
Registro íntimo da fase Adore, com trio reduzido, clima promocional e canções ainda em mutação.

The Smashing Pumpkins · 2022
Segundo volume de arquivo pré-Gish, com versões iniciais, demos e pistas da futura identidade do grupo.
Tori Amos · 2021
Luto pandêmico, banda reencontrada e chamber pop luminoso em uma obra de reparação.

Foo Fighters · 2021
Álbum compacto e dançante, com Greg Kurstin de volta e o último registro de estúdio com Taylor Hawkins.

Sevendust · 2020
Álbum de 2020 com produção robusta, cover do Soundgarden e forte equilíbrio entre luto, peso e melodia.

Gorillaz · 2020
Projeto episódico e colaborativo, com rock, rap, eletrônica e convidados fortes em plena era de isolamento global.

The Cure · 2019
Pacote ao vivo duplo que contrapõe curadoria cronológica no Royal Festival Hall e celebração popular no Hyde Park.
The All-American Rejects · 2019
EP de retorno, compacto e ácido, com produção variada e um pé fora da nostalgia fácil.
New Order · 2019
Registro do projeto com Liam Gillick, em Manchester, com synth ensemble, raridades e releituras de Joy Division.
The Smashing Pumpkins · 2018
Reunião parcial da formação clássica, produzida por Rick Rubin, com rock enxuto e memória sob controle.

Atreyu · 2018
Rock pesado melódico, preocupado com legado e perda, em produção ampla de John Feldmann.

Sevendust · 2018
Estreia na Rise Records, com produção polida, metal alternativo maduro e equilíbrio entre força e melodia.

Skindred · 2018
Álbum mais festivo e direto do Skindred, com riffs de rock clássico, refrões grandes e “That’s My Jam”.
a-ha · 2017
Releitura acústica do catálogo do a-ha, gravada em Giske, com arranjos íntimos e convidados de peso.

Foo Fighters · 2017
Disco de rock pesado com produção pop expansiva, harmonias densas e Rami Jaffee oficializado nos teclados.
Tori Amos · 2017
Art pop ecológico e familiar, entre luto, política e paisagens ameaçadas.
New Order · 2017
Registro da turnê de Music Complete, com clássicos e faixas novas em som forte, eletrônico e afirmativo.

Skindred · 2015
Disco direto e vigoroso, centrado na energia ao vivo do Skindred e em faixas como “Under Attack” e “Volume”.

Sevendust · 2015
Disco sólido e autocontrolado, marcado por Thank You, produção própria e primeira indicação da banda ao Grammy.

a-ha · 2015
Reunião madura, bem produzida e surpreendentemente coesa, com brilho contido e tensão emocional.
The Smashing Pumpkins · 2014
Álbum compacto e irregular, com Tommy Lee na bateria, pop sombrio e guitarras mais contidas.

Foo Fighters · 2014
Projeto conceitual gravado em oito cidades americanas, ligado à série da HBO e ao mapa afetivo do rock dos EUA.

Devin Townsend · 2014
Continuação conceitual de Ziltoid, com rádio teatro sci fi, humor absurdo e metal progressivo cinematográfico.

Devin Townsend Project · 2014
Face emocional de Z2, com metal progressivo melódico, coros amplos e forte presença de Anneke.
Godsmack · 2014
Álbum de retomada histórica, cru no ataque, nostálgico no tema e ligeiramente mais aberto na produção.

Casualties of Cool · 2014
Country ambient conceitual e fantasmagórico, com Ché Aimee Dorval no centro e clima de western lunar.
Tori Amos · 2014
Canções autorais, piano e maturidade sem pose em um retorno mais direto ao pop de câmara.

Skindred · 2014
Álbum de energia frontal, com eletrônica, reggae metal e refrões de festival em “Kill the Power” e “Ninja”.
New Order · 2013
Show de festival com clássicos de New Order e Joy Division, lançado com finalidade beneficente e energia coletiva.

Alice in Chains · 2013
Álbum longo, pesado e ácido, com riffs musculares, crítica religiosa e a fase DuVall mais segura no estúdio.

Sevendust · 2013
Metal alternativo maduro, pesado e coeso, com Decay no centro e clima mais sombrio que a fase anterior.
New Order · 2013
Coleção de faixas das sessões de 2005, lançada após a saída de Peter Hook e marcada por valor documental.

Devin Townsend Project · 2012
Metal alternativo grandioso, coral e eufórico, com Anneke em destaque e refrões de escala quase gospel.
The Smashing Pumpkins · 2012
Recomeço sólido, com nova formação, psicodelia progressiva e o senso de álbum recuperado.
Godsmack · 2012
Primeiro álbum ao vivo da banda, com repertório de impacto e bônus de covers que revela suas raízes de rock clássico.
The All-American Rejects · 2012
Rock alternativo mais maduro, nostálgico e texturizado, com a banda revendo a própria juventude.

New Order · 2011
Registro londrino da nova formação, com Gillian Gilbert de volta e Tom Chapman ocupando o espaço de Peter Hook.
The Cure · 2011
Registro beneficente de festival, com repertório panorâmico e a formação já incluindo Reeves Gabrels ao vivo.

Primus · 2011
Retorno de estúdio em 2011, com Jay Lane, grooves viscosos e forte conexão com a fase clássica.

Skindred · 2011
Álbum firme e combativo, com “Warning” como hino ao vivo e uma fusão mais madura de metal, reggae e eletrônica.

Foo Fighters · 2011
Retorno analógico e feroz, gravado em garagem, vencedor de Grammy e marcado pela volta oficial de Pat Smear.

Tori Amos · 2010
Registro solo em Moscou, raro e concentrado, com Tori reduzindo o catálogo a voz, piano e atmosfera.

The Smashing Pumpkins · 2010
Segundo volume de Teargarden, com rock psicodélico, formato fragmentado e a nova banda em ajuste.

The Smashing Pumpkins · 2010
Primeiro volume de Teargarden, com psicodelia, classic rock e a nova formação ainda se ajustando.
Godsmack · 2010
Retorno agressivo e direto, com produção pesada, singles fortes e sensação de reencontro com a identidade original.

Sevendust · 2010
Álbum do retorno de Clint Lowery, com som polido, refrões fortes e equilíbrio entre peso e memória.

Devin Townsend Project · 2009
Metal alternativo luminoso e viciante, com refrões enormes, produção reluzente e presença decisiva de Anneke.

Alice in Chains · 2009
Retorno carregado de luto e peso, com DuVall integrado ao núcleo e uma homenagem explícita a Layne Staley.

Skindred · 2009
Registro curto e direto, com “Stand for Something” como manifesto e uma versão pesada de “Electric Avenue”.
Tori Amos · 2009
Rock eletrônico sombrio, desejo, culpa e deslocamento em uma obra longa e irregular.

The Smashing Pumpkins · 2009
Apêndice da fase Zeitgeist, com material ao vivo e sobras que ampliam o retrato da dupla Corgan e Chamberlin.
The All-American Rejects · 2008
Um disco maior e mais produzido, guiado por Gives You Hell e por uma tensão entre ambição e fórmula.
The Cure · 2008
Álbum guitarrístico, colorido e irregular, com retorno de Porl Thompson e ecos psicodélicos espalhados pelo repertório.

Sevendust · 2008
Disco de contraste, com convidados fortes, metal alternativo polido e busca por respiro emocional.

The Smashing Pumpkins · 2008
EP acústico da fase Zeitgeist, introspectivo, sombrio e centrado no núcleo Corgan e Chamberlin.

Skindred · 2007
Segundo álbum mais focado do Skindred, com Arya Goggin na bateria e a mistura ragga metal mais disciplinada.
Tori Amos · 2007
Registro da turnê American Doll Posse, com banda, persona fragmentada e versões mais musculares do catálogo.
Foo Fighters · 2007
Rock alternativo de arena com guitarras enormes, baladas acústicas e a tensão entre impacto e polimento.

Atreyu · 2007
Virada para o alternative metal, com refrões amplos, produção radiofônica e a busca do Atreyu por escala maior.
The Smashing Pumpkins · 2007
Retorno pesado e polarizador, movido por guitarras rígidas, bateria dominante e tensão política.
Tori Amos · 2007
Rock teatral, personas femininas e crítica política em um álbum maximalista e desigual.
Silverchair · 2007
Último disco de estúdio, luminoso e torto, unindo pop barroco, glam rock, art rock e o sucesso de Straight Lines.
Sevendust · 2007
Um dos registros mais pesados da banda, dominado por riffs secos, tensão vocal e energia de confronto.

Foo Fighters · 2006
Registro ao vivo acústico no Pantages Theatre, com formação expandida e releituras mais frágeis dos grandes hinos.
Willie Nelson · 2006
Country direto, com Songbird, Hallelujah e a assinatura vocal que dobra o tempo da canção.

Primus · 2006
Coletânea robusta dos anos 1989 a 2003, com os principais singles e a face mais acessível do Primus.
Godsmack · 2006
Disco de hard rock encorpado, com produção de Andy Johns, riffs diretos e um flerte mais claro com blues e anos 70.

Tori Amos · 2005
Caixa ao vivo de 2005 que captura Tori solo, íntima, mutável e cercada pelo fervor de sua base de fãs.
Sevendust · 2005
Primeiro disco sem Clint Lowery, áspero e instável, com riffs frontais e clima de reconstrução.
Foo Fighters · 2005
Álbum duplo que separa fúria elétrica e intimidade acústica, com “Best of You” como grande eixo emocional.
Gorillaz · 2005
Pop sombrio, rap, gospel, eletrônica e paranoia pós-11 de Setembro no ponto mais icônico do Gorillaz.

The Smashing Pumpkins · 2005
Compilação digital ampla de raridades, lados B, covers e faixas de trilhas, essencial para o arquivo da banda.
New Order · 2005
Synth-pop maduro e irregular, marcado por “Krafty”, pela entrada de Phil Cunningham e pela despedida de Peter Hook.
Tori Amos · 2005
Piano, Hammond e mitologia botânica em um disco longo, íntimo e menos abrasivo.

The Smashing Pumpkins · 2005
Compilação promocional da fase Zeitgeist, centrada no retorno de Corgan e Chamberlin.

Primus · 2004
Ao vivo de 2004 com a formação clássica e Frizzle Fry executado integralmente no segundo set.
The Cure · 2004
Registro pesado e direto, produzido por Ross Robinson, com vocais intensos e tentativa de atualizar a ferida da banda.
Silverchair · 2003
Registro ao vivo em dois atos, unindo a fase orquestral de Diorama ao peso antigo diante da cidade natal.
Sevendust · 2003
Disco melódico e direto, com alguns dos refrões mais fortes da fase clássica do Sevendust.
Godsmack · 2003
Álbum de virada comercial, com Shannon Larkin, riffs compactos, hits fortes e o domínio de I Stand Alone.

The Devin Townsend Band · 2003
Rock progressivo pesado e emocional, com banda fixa, melodias amplas e a força duradoura de Deadhead.
Tori Amos · 2002
Álbum conceitual de estrada, político e íntimo, com uma de suas fases mais melódicas.

Foo Fighters · 2002
Registro duro e conflituoso, com Chris Shiflett integrado e dois clássicos de impacto imediato.
The All-American Rejects · 2002
Pop punk de quarto virando rádio: refrões limpos, ferida romântica e a primeira grande faísca da banda.

Skindred · 2002
Estreia explosiva do Skindred, fundindo reggae, metal e nu metal com Benji Webbe no comando absoluto.
Silverchair · 2002
Álbum orquestral e ambicioso, com pop barroco, rock alternativo e uma estética de cenários emocionais em miniatura.
The Smashing Pumpkins · 2001
Compilação complementar de raridades e lados B, lançada junto ao balanço oficial da primeira fase.

The Smashing Pumpkins · 2001
Coletânea de hits pós-dissolução, com clássicos dos anos 90 e a despedida inédita Untitled.
Sevendust · 2001
Álbum de maturidade emocional, com peso, groove, melodia e uma das baladas mais marcantes da banda.
Sting · 2001
Ao vivo íntimo na Toscana, gravado em 11 de setembro de 2001, com clássicos tratados em tom sóbrio e elegante.
Tori Amos · 2001
Covers masculinos reencenados por vozes femininas, entre crítica, teatro e desconforto.
New Order · 2001
Retorno dos anos 2000 com guitarras em primeiro plano, energia compacta e “Crystal” como declaração de força.
Gorillaz · 2001
Debut de dub, rap, rock torto e animação pop, com Clint Eastwood cravando a identidade mutante do Gorillaz.

Alice in Chains · 2000
Compilação ao vivo áspera, com diferentes fases da banda e registros elétricos que preservam perigo e instabilidade.
Godsmack · 2000
Segundo ataque nacional, mais pesado e fechado, com hits de rádio, clima sombrio e disciplina de estrada.
The Smashing Pumpkins · 2000
Sequência áspera de Machina, distribuída de forma alternativa, com raridades, ruído e clima de despedida.
a-ha · 2000
Retorno maduro do a-ha, com pop eletrônico elegante, baladas largas e a força radiofônica de “Summer Moved On”.
The Smashing Pumpkins · 2000
Rock conceitual de fim de ciclo, com Jimmy Chamberlin de volta e a persona Glass diante da fama e da ruína.
The Cure · 2000
Álbum longo e melancólico, visto como fechamento de uma trilogia emocional com Pornography e Disintegration.

The Smashing Pumpkins · 2000
EP promocional de Machina, com sobras e versões que ampliam o clima de despedida da primeira fase.

The Smashing Pumpkins · 2000
Registro embrionário da formação clássica em Chicago, com som cru e identidade ainda em formação.

Foo Fighters · 1999
Álbum mais melódico e arejado do Foo Fighters, gravado como trio e impulsionado por “Learn to Fly”.

Primus · 1999
Álbum pesado e colaborativo, marcado por nu metal, tensão interna e ambição irregular.
Tori Amos · 1999
Tori troca a confissão frontal por eletrônica noturna, banda firme e canções que flutuam entre desejo, perda e estranhamento.
Sevendust · 1999
Segundo álbum expansivo, com produção mais forte, refrões enormes e participações que ampliam o alcance da banda.
Silverchair · 1999
Virada artística intensa, com rock alternativo, cordas, piano e letras expostas sobre dor, controle e colapso.

The Smashing Pumpkins · 1999
Recorte da fase clássica, cobrindo a ascensão de 1991 a 1998 entre guitarras, hits e reinvenções.

Willie Nelson · 1998
Releituras e novas gravações em clima sombrio, com produção atmosférica de Daniel Lanois.
Godsmack · 1998
Estreia nacional que transformou riffs secos, grooves tribais e raiva pós-grunge em assinatura de rádio pesado.

Primus · 1998
EP de covers da fase Brain, com releituras de metal, art rock e funk filtradas pelo grotesco do Primus.
The Smashing Pumpkins · 1998
Virada sombria e eletrônica, marcada por luto, ausência de Jimmy Chamberlin e melodias em clima de vigília.
Tori Amos · 1998
Banda, eletrônica, perda e desejo em uma virada mais física, elétrica e noturna.

Devin Townsend · 1997
Metal progressivo oceânico, emocional e expansivo, com melodias imensas e uma sequência final monumental.

Primus · 1997
Registro de transição com Brain na bateria, produção granulada e grooves menos explosivos.
Foo Fighters · 1997
Disco decisivo do Foo Fighters, tenso nos bastidores e imenso nas canções, com “Everlong” no centro do mito.
U2 · 1997
Disco dançante, tenso e controverso, com eletrônica, sátira pop e uma sensação permanente de obra em conflito.

Godsmack · 1997
Registro independente, cru e decisivo, com a matriz de Voodoo, Keep Away e do peso que faria Godsmack explodir.
Cyndi Lauper · 1996
Álbum alternativo e eletrônico, com temas queer, femininos e sociais em uma estética pop mais arriscada.
The Cure · 1996
Álbum irregular e colorido, com experimentos de arranjo, pop ensolarado e lampejos da velha intensidade sombria.

The Smashing Pumpkins · 1996
EP da era Mellon Collie, agressivo e simbólico, com lados B que expandem a persona Zero.

Sting · 1996
Disco introspectivo e irregular, com pop adulto, ecos country e histórias de culpa e redenção.
Tori Amos · 1996
Cravo, mitologia, raiva feminina e produção crua em seu álbum mais feroz e polarizador.
The Smashing Pumpkins · 1995
Álbum duplo monumental, feito de fúria, nostalgia, fantasia noturna e alguns dos maiores hinos da banda.

Foo Fighters · 1995
Estreia crua e solitária de Dave Grohl, com punk melódico, distorção seca e hits que fundaram a identidade do Foo Fighters.

Primus · 1995
Disco irregular e fascinante, com o hit Wynona e uma veia progressiva mais evidente.
Silverchair · 1995
Estreia crua, pesada e precoce, com grunge australiano, riffs densos e o estouro mundial de Tomorrow.

The Smashing Pumpkins · 1995
Show de Chicago na véspera da era Mellon Collie, com faixas novas em estado bruto e clima histórico.

The Smashing Pumpkins · 1994
Compilação essencial de lados B e raridades, com folk, psicodelia, peso e melodias escondidas.
Tori Amos · 1994
Art pop de piano, tensão religiosa, melodias oblíquas e uma arquitetura mais ambiciosa.

The Smashing Pumpkins · 1994
Registro ao vivo da era Siamese Dream, ligado a Vieuphoria, com energia crua e espírito de arquivo.
The Cure · 1993
Ao vivo concentrado no lado cult e sombrio do repertório, gravado em Paris durante a Wish Tour.
The Cure · 1993
Documento da Wish Tour em escala de arena, com hits amplos e execução sólida da fase mais popular da banda.
The Smashing Pumpkins · 1993
Clássico de guitarras em camadas, melodias doloridas e produção obsessiva, no auge emocional da banda.
U2 · 1993
Experimento eletrônico e europeu, gravado no calor da Zoo TV, com o U2 no auge de sua fase mutante.

a-ha · 1993
O álbum mais áspero do a-ha troca polimento por tensão rock e acabou virando peça de culto.

Primus · 1993
Álbum sombrio e viscoso, com grooves pesados, personagens deformados e o maior impacto comercial da banda.

Alice in Chains · 1992
Obra-prima amarga do grunge metal, marcada por vício, guerra, culpa, harmonias fatais e riffs enterrados em lama.
The Cure · 1992
Disco amplo e guitarrístico, mistura brilho pop, melancolia adulta e a fase mais popular do The Cure.

Primus · 1992
EP de covers inventivo, com repertório variado e o Primus transformando influências em matéria própria.

Alice in Chains · 1992
EP acústico, íntimo e colaborativo, com Cantrell em destaque, convidados de Seattle e melancolia sem teatralidade.
Tori Amos · 1992
Piano confessional, art pop tenso e trauma convertido em canção adulta, sem verniz de vitrine.

The Smashing Pumpkins · 1992
Sessão de rádio da fase Gish, crua e concentrada, registrada para o universo de John Peel.
U2 · 1991
Reinvenção decisiva de 1991, unindo rock alternativo, eletrônica, ironia e canções de enorme peso emocional.

The Smashing Pumpkins · 1991
EP da fase Gish, com single, lados B e sinais da amplitude inicial da banda.
Alice in Chains · 1991
Registro feroz da fase Facelift, com a formação original no palco e Staley em uma de suas performances mais intensas.
The Smashing Pumpkins · 1991
Estreia densa e psicodélica, com guitarras em transe, bateria feroz e a identidade da banda ainda em combustão.

Primus · 1991
O salto de escala do Primus, com hits improváveis, humor grotesco e baixo em primeiro plano.

The Cure · 1991
Registro ao vivo de Disintegration em Wembley, com a banda expandindo a solenidade do álbum no palco.

Alice in Chains · 1990
Estreia pesada, sombria e decisiva, com metal viscoso, vocais assombrosos e o primeiro grande choque público da banda.

Alice in Chains · 1990
EP inicial e pesado, com riffs de metal sombrio, urgência urbana e o primeiro esboço da identidade clássica da banda.

Primus · 1990
Estreia de estúdio feroz, técnica e absurda, onde o Primus define seu idioma sem suavizar arestas.

Primus · 1989
Registro ao vivo cru e decisivo, com o trio fixando sua linguagem antes do primeiro álbum de estúdio.
The Cure · 1989
Obra-prima sombria e grandiosa, com longas atmosferas, melodias devastadoras e alguns dos maiores clássicos da banda.
New Order · 1989
Acid house, guitarras e pop melancólico em um dos encontros mais naturais entre Manchester e Ibiza.
The Cure · 1987
Álbum duplo exuberante, contraditório e vital, onde a banda abraça pop, psicodelia, fúria e romantismo.
The Cure · 1985
A virada pop do The Cure: concisa, inventiva, melódica e decisiva para sua explosão internacional.