Savatage começou como metal de rua da Flórida e acabou construindo teatros inteiros dentro de discos. A dupla Jon e Criss Oliva levou riffs cortantes para territórios de fantasia, trauma e ópera rock, sem abandonar a brutalidade.
Hall of the Mountain King abriu a porta; Gutter Ballet e Streets transformaram o drama em arquitetura; depois da morte de Criss, a banda seguiu com cicatrizes visíveis. Seu legado vive onde o heavy metal descobre que pode contar histórias sem perder os dentes.
Por que ouvir Savatage?
”Porque aqui o metal aprende a sofrer, encenar e atacar na mesma respiração.
Faixas essenciais
Christmas Eve / Sarajevo 12/24
Dead Winter Dead
Edge of Thorns
Edge of Thorns
Gutter Ballet
Gutter Ballet
Hall of the Mountain King
Hall of the Mountain King
Believe
Streets: A Rock Opera
Fases da carreira
1983–
1987
Aço de Tampa, lua de papelão
O grupo finca os pés no heavy metal americano, mas já deixa a fantasia invadir o porão. Riffs velozes e vozes altas procuram um reino maior que o bar.
1989–
1993
Teatro aceso dentro da guitarra
Pianos, personagens e ambição narrativa entram em cena. Savatage torna o metal uma peça de rua, com beleza operística e ameaças muito humanas.
1994–
2001
Depois de Criss, o inverno
A morte de Criss Oliva muda a temperatura de tudo. A banda responde com discos de luto, guerra e renascimento, aproximando-se do DNA da Trans-Siberian Orchestra.
Álbuns ao vivo
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