Para Ouvir Hoje
Dimmu Borgir

Dimmu Borgir

NoruegaNoruega/Jessheim
Início em 1993

11

álbuns de estúdio

1

álbuns ao vivo

Por onde começar a ouvir

Nascido em Jessheim em 1993, o Dimmu Borgir tirou o black metal norueguês da cripta e o pôs diante de um coro de ruínas, metais e labaredas.

Entre a aspereza de Stormblåst e a grandiloquência de Death Cult Armageddon, a banda transformou blasfêmia em arquitetura sonora. Popular sem pedir perdão ao subterrâneo, fez do excesso uma disciplina e da teatralidade uma arma.

Por que ouvir Dimmu Borgir?

O apocalipse aqui não é cenário, é uma orquestra tocando dentro da neve suja.

Faixas essenciais

1

Puritania

Puritanical Euphoric Misanthropia

Grand Serpent Rising
2

Ulvgjeld & Blodsodel

Grand Serpent Rising

3

Progenies of the Great Apocalypse

Death Cult Armageddon

4

Mourning Palace

Enthrone Darkness Triumphant

Grand Serpent Rising
5

Ascent

Grand Serpent Rising

Fases da carreira

1995
1996

A neve ainda sangrava baixo

A fase inicial guarda o frio pagão, os teclados fantasmáticos e a sujeira melódica de uma banda que ainda parecia gravar de dentro de uma floresta em chamas.

For all tid

Stormblåst

1997
1999

O trono negro aprende a iluminar o palco

Com produção mais afiada e ambição maior, o grupo troca o nevoeiro caseiro por um teatro sombrio, sem abandonar o gosto pelo veneno norueguês.

Enthrone Darkness Triumphant

Spiritual Black Dimensions

2001
2005

Império, misantropia e metal de catedral

A banda atinge escala imperial: coros, orquestrações e riffs monumentais convertem o black metal em procissão armada para arenas e infernos.

Puritanical Euphoric Misanthropia

Death Cult Armageddon

Stormblåst MMV

2007
2010

A liturgia do demônio moderno

O som fica mais polido, conceitual e cinematográfico, como se a banda quisesse provar que a blasfêmia também podia vestir uniforme de gala.

In Sorte Diaboli

Abrahadabra

2018

O retorno da serpente ao templo

Depois de hiatos longos, o grupo volta a medir a própria sombra, entre solenidade, memória e a tentativa de reacender a chama antiga sem fingir juventude.