
Gravadora: Interscope Records, Prawn Song RecordsEP
O bisturi corta covers
Rhinoplasty repete a ideia de covers, mas com outra pele. Agora com Bryan Mantia na bateria, o Primus ataca Metallica, XTC, The Police, Stanley Clarke e Peter Gabriel sem fingir reverência.
The Thing That Should Not Be vira criatura de baixo borrachudo, Behind My Camel ganha absurdo seco, e as sobras ao vivo lembram que a banda sempre foi mais perigosa em movimento. Não substitui os clássicos. Funciona como laboratório de deformações.
Por que ouvir esse álbum?
”Pela diversão de ouvir músicas conhecidas saindo com cicatrizes novas.
Destaques
- 1{"faixa":"The Thing That Should Not Be","playcount":1458246}
- 2{"faixa":"Behind My Camel","playcount":384878}
Fatos interessantes
- ●Foi o segundo EP de covers do Primus, depois de Miscellaneous Debris.
- ●A formação traz Bryan Mantia na bateria, reforçando a fase mais seca e compacta da banda.
- ●The Thing That Should Not Be leva Metallica para um território mais elástico e caricatural.
- ●Behind My Camel, do The Police, combina bem com o gosto do Primus por instrumentais oblíquos.
- ●O EP também inclui releituras de XTC, Peter Gabriel e Stanley Clarke, ampliando o mapa de influências.
- ●Saiu um ano após Brown Album, funcionando como extensão da fase Brain.
- ●Sputnikmusic o avaliou como um dos melhores registros não longos da discografia, embora distante dos clássicos.
- ●A gravação em Prairie Sun Studios deu ao material um timbre limpo para padrões da banda.
- ●O título brinca com cirurgia estética, ideia perfeita para um EP que altera o rosto de músicas alheias.
- ●As faixas ao vivo incluídas em algumas versões reforçam a ligação do Primus com improviso e repertório mutante.
Gravadora
Interscope Records, Prawn Song Records
Formação
Les Claypoolvocal principal, baixo
Larry LaLondeguitarra
Bryan Mantiabateria
Mudanças na formação
Bryan Mantia assumiu a bateria em relação ao EP anterior.









