
8º álbum de estúdio
Punk de cicatriz velha
Born To Kill carrega o Social Distortion de volta ao asfalto, onde punk, garage rock e country mal encarado sempre dividiram o mesmo cigarro.
Mike Ness soa como sobrevivente de sua própria mitologia, cercado por guitarras secas e histórias de culpa, vício e redenção torta. A entrada de David Hidalgo Jr. em álbum de estúdio dá nova tração à bateria. É rock sem juventude forçada, mas ainda com sangue quente.
Por que ouvir esse álbum?
”Mike Ness ainda canta como quem cobra dívidas da própria história.
Fatos interessantes
- ●É o primeiro álbum de estúdio do Social Distortion com David Hidalgo Jr. na bateria.
- ●O disco sucede um hiato longo desde Hard Times and Nursery Rhymes, de 2011.
- ●Mike Ness permanece como centro vocal, guitarrístico e narrativo da banda.
- ●A formação inclui Jonny Wickersham e Brent Harding, pilares da fase moderna do grupo.
- ●O título Born To Kill reforça a estética de delinquência romântica recorrente no Social Distortion.
- ●O som informado no arquivo mistura punk rock, garage rock e rock alternativo.
- ●A chegada do álbum em 2026 encerra anos de expectativa entre fãs.
- ●A banda continua ligada à tradição punk da Califórnia, filtrada por country e rock clássico.
- ●O registro anterior usou Josh Freese como baterista de sessão, o que torna a nova presença mais relevante.
- ●O álbum reafirma a longevidade de uma banda que transformou sobrevivência em linguagem.
Formação
Mike Nessvocal principal, guitarra
Jonny Wickershamguitarra, backing vocals
Brent Hardingbaixo, backing vocals
David Hidalgo Jr.bateria
Mudanças na formação
Primeiro álbum de estúdio do Social Distortion com David Hidalgo Jr. na bateria; o álbum anterior contou com Josh Freese como baterista de sessão.

















