
Gravadora: UMe
18º álbum de estúdio
Canções lembradas pela guitarra
Frampton Forgets the Words continua a lógica de All Blues, mas troca o cânone do blues por um mapa afetivo do século pop. Sem voz, a guitarra assume melodias de George Harrison, Radiohead, Roxy Music e Sly Stone.
Isn't It a Pity vira oração elétrica. Reckoner respira em outra luz. O disco soa como memória sem legenda: Frampton escolhe canções que o marcaram e deixa os dedos contarem o resto.
Por que ouvir esse álbum?
”Para ouvir letras famosas desaparecerem e ainda assim permanecerem presentes.
Destaques
- 1Isn't It a Pity
- 2Reckoner
- 3If You Want Me to Stay
- 4Avalon
Singles
- ●Reckoner
- ●Isn't It a Pity
- ●Avalon
Fatos interessantes
- ●O álbum dá sequência à formação Peter Frampton Band usada em All Blues.
- ●O repertório é inteiramente instrumental, com a guitarra assumindo melodias originalmente cantadas.
- ●Isn't It a Pity, de George Harrison, reforça a antiga ligação afetiva de Frampton com o universo dos Beatles.
- ●Reckoner, do Radiohead, mostra Frampton dialogando com uma geração muito posterior à sua formação original.
- ●Avalon, do Roxy Music, ganha leitura de timbre elegante, próxima do luxo melancólico da original.
- ●If You Want Me to Stay, de Sly and the Family Stone, leva o disco para um território funk mais elástico.
- ●Chuck Ainlay volta como coprodutor, mantendo continuidade sonora com All Blues.
- ●O lançamento veio depois de Frampton tornar pública sua condição de saúde, dando outro peso à escolha de tocar sem cantar.
- ●A crítica recebeu o projeto como demonstração de bom gosto e inteligência melódica.
- ●O título brinca com a ausência de letras, mas o disco depende justamente da memória coletiva dessas palavras.
Produção
0Gravadora
UMe
Formação
Peter Framptonguitarra
Adam Lesterguitarra
Rob Arthurteclados, guitarra
Steve Mackeybaixo
Dan Wojciechowskibateria
Mudanças na formação
Continuação da formação Peter Frampton Band usada em All Blues.














