6º álbum de estúdio
Paul contra os botões dos anos 80
Press to Play é o som de Paul tentando disputar o presente. Hugh Padgham traz bateria grande, superfícies digitais e um brilho típico da metade dos anos 80. Eric Stewart ajuda na escrita, enquanto participações como Pete Townshend, Phil Collins e Carlos Alomar espalham energia de estúdio caro.
O resultado é instável, às vezes duro, às vezes fascinante. Press e Pretty Little Head revelam um McCartney disposto a se arriscar no maquinário da época.
Por que ouvir esse álbum?
”Para escutar o choque entre melodista clássico e produção de vidro cromado.
Destaques
- 1Press
- 2Only Love Remains
- 3Pretty Little Head
- 4Stranglehold
Singles
- ●Press
- ●Pretty Little Head
- ●Only Love Remains
- ●Stranglehold
Fatos interessantes
- ●Hugh Padgham vinha de trabalhos decisivos com Genesis, Phil Collins e The Police.
- ●Eric Stewart, do 10cc, foi parceiro importante de composição no projeto.
- ●Pretty Little Head expôs o lado mais estranho e experimental do disco.
- ●Press ganhou videoclipe em clima urbano, alinhado à linguagem televisiva da década.
- ●Pete Townshend, Carlos Alomar e Phil Collins aparecem como convidados de peso.
- ●A capa, fotografada por George Hurrell, dialoga com glamour clássico de Hollywood.
- ●O álbum costuma dividir fãs por causa da produção datada e da ambição de atualização.
- ●Funciona dentro da discografia como studio album, mas o peso real vem do contexto em que foi lançado.
- ●As sessões passaram por Hog Hill Mill, Sussex, AIR Studios, London e CTS Studios, London, informação que ajuda a explicar a textura do disco.
- ●A produção creditada a Hugh Padgham e Paul McCartney molda o equilíbrio entre acabamento e espontaneidade.
Produção
Estúdios
Hog Hill Mill, Sussex, AIR Studios, London, CTS Studios, London
Gravadora
Parlophone, Capitol Records
Formação
Mudanças na formação
Formação de estúdio expandida, com participações de Eric Stewart, Jerry Marotta, Carlos Alomar, Phil Collins e Pete Townshend.














