Gênero
rock
562 álbums
Ringo Starr · 1998
Registro ao vivo íntimo, com histórias entre clássicos e banda moldada para proximidade televisiva.
Godsmack · 1998
Estreia nacional que transformou riffs secos, grooves tribais e raiva pós-grunge em assinatura de rádio pesado.
EPPrimus · 1998
EP de covers da fase Brain, com releituras de metal, art rock e funk filtradas pelo grotesco do Primus.
Ringo Starr · 1998
Pop rock de retorno, muitos convidados e a parceria com Mark Hudson definindo a fase moderna.
The Smashing Pumpkins · 1998
Virada sombria e eletrônica, marcada por luto, ausência de Jimmy Chamberlin e melodias em clima de vigília.
Tori Amos · 1998
Banda, eletrônica, perda e desejo em uma virada mais física, elétrica e noturna.
U2 · 1997
EP ao vivo da PopMart Tour, com versões mais cruas e dramáticas de músicas da fase Pop.
LiveRingo Starr & His All-Starr Band · 1997
Registro do Budokan com terceira All-Starr Band, repertório compartilhado e formação musculosa.

Devin Townsend · 1997
Metal progressivo oceânico, emocional e expansivo, com melodias imensas e uma sequência final monumental.

Primus · 1997
Registro de transição com Brain na bateria, produção granulada e grooves menos explosivos.
Foo Fighters · 1997
Disco decisivo do Foo Fighters, tenso nos bastidores e imenso nas canções, com “Everlong” no centro do mito.

Paul McCartney · 1997
Retorno inspirado de 1997, com Jeff Lynne, Ringo Starr e sombra beatleana bem resolvida.
U2 · 1997
Disco dançante, tenso e controverso, com eletrônica, sátira pop e uma sensação permanente de obra em conflito.

Godsmack · 1997
Registro independente, cru e decisivo, com a matriz de Voodoo, Keep Away e do peso que faria Godsmack explodir.
Cyndi Lauper · 1996
Álbum alternativo e eletrônico, com temas queer, femininos e sociais em uma estética pop mais arriscada.
LiveAlice in Chains · 1996
Registro acústico tenso e histórico, com Staley vulnerável, harmonias nuas e clássicos redesenhados sem perder gravidade.

Scorpions · 1996
Álbum mais suave e melódico, centrado em baladas, com You and I como principal assinatura.
The Cure · 1996
Álbum irregular e colorido, com experimentos de arranjo, pop ensolarado e lampejos da velha intensidade sombria.
EPThe Smashing Pumpkins · 1996
EP da era Mellon Collie, agressivo e simbólico, com lados B que expandem a persona Zero.

Punky Brüster · 1996
Sátira punk metal sobre indústria, pose e oportunismo, com humor ácido e riffs deliberadamente diretos.

Sting · 1996
Disco introspectivo e irregular, com pop adulto, ecos country e histórias de culpa e redenção.
Tori Amos · 1996
Cravo, mitologia, raiva feminina e produção crua em seu álbum mais feroz e polarizador.
Queen · 1995
Despedida póstuma construída com últimos vocais de Freddie, regravações e baladas de grande carga emocional.
Alice in Chains · 1995
Disco denso e opaco, com sludge, doom, harmonias soturnas e a sensação de uma banda cercada pela própria história.