Gravadora: SF Records, Palare
4º álbum de estúdio
Eletricidade no porão
Songs from the Red Room traz Siobhan Fahey em território próprio, sem a mitologia da dupla para amortecer o impacto. O disco é eletrônico, sujo, noturno, às vezes irregular, mas nunca domesticado.
Pulsatron e Bad Blood brilham como flashes de clube depois da meia-noite; Bitter Pill reaparece com nova pele. Há electroclash, new wave e rancor elegante. O álbum não tenta recuperar 1992. Ele prefere encarar uma sala vermelha, fechada, onde o passado ainda faz barulho.
Por que ouvir esse álbum?
”Para ouvir o projeto reaparecer sem verniz nostálgico, com sintetizadores ferindo a mobília.
Destaques
- 1Pulsatron
- 2Bitter Pill
- 3Bad Blood
- 4It's a Trip
Singles
- ●Bitter Pill
- ●Pulsatron
- ●Bad Blood
- ●It's a Trip
Fatos interessantes
- ●Apesar do nome Shakespears Sister, o álbum marca uma fase essencialmente solo de Siobhan Fahey.
- ●Bitter Pill apareceu originalmente no início dos anos 2000 antes de ser incorporada ao álbum em nova configuração.
- ●Pulsatron reforçou a aproximação de Fahey com a estética electroclash e a pista de dança mais suja.
- ●Stephen Gallifent se tornou colaborador central, ajudando a definir a programação e a espinha eletrônica do disco.
- ●A recepção crítica foi dividida entre elogios à voz de Fahey e ressalvas sobre a coesão do repertório.
- ●O álbum saiu por selos menores, longe da máquina pop que sustentou os grandes hits da fase clássica.
- ●The Quietus destacou a força de Fahey como presença vocal ainda singular dentro do pop britânico.
- ●Bad Blood foi apontada por críticos como um dos momentos em que o álbum encontra seu pulso mais feroz.
- ●A ausência de Marcella Detroit reforçou a leitura de que o disco era continuidade da visão particular de Fahey.
- ●O álbum ajudou a preservar Shakespears Sister como projeto ativo, não apenas como lembrança de Stay.
Produção
Gravadora
SF Records, Palare
Formação
Siobhan Faheyvocal principal
Stephen Gallifentteclados, programação, produção
Mudanças na formação
Siobhan Fahey permanece como artista principal; Stephen Gallifent aparece como colaborador central de produção e programação.


















