Gênero
alternative
224 álbums
Tori Amos · 1999
Tori troca a confissão frontal por eletrônica noturna, banda firme e canções que flutuam entre desejo, perda e estranhamento.
Sevendust · 1999
Segundo álbum expansivo, com produção mais forte, refrões enormes e participações que ampliam o alcance da banda.
Silverchair · 1999
Virada artística intensa, com rock alternativo, cordas, piano e letras expostas sobre dor, controle e colapso.

The Smashing Pumpkins · 1999
Recorte da fase clássica, cobrindo a ascensão de 1991 a 1998 entre guitarras, hits e reinvenções.

Willie Nelson · 1998
Releituras e novas gravações em clima sombrio, com produção atmosférica de Daniel Lanois.
Godsmack · 1998
Estreia nacional que transformou riffs secos, grooves tribais e raiva pós-grunge em assinatura de rádio pesado.
EPPrimus · 1998
EP de covers da fase Brain, com releituras de metal, art rock e funk filtradas pelo grotesco do Primus.
The Smashing Pumpkins · 1998
Virada sombria e eletrônica, marcada por luto, ausência de Jimmy Chamberlin e melodias em clima de vigília.
Tori Amos · 1998
Banda, eletrônica, perda e desejo em uma virada mais física, elétrica e noturna.

Devin Townsend · 1997
Metal progressivo oceânico, emocional e expansivo, com melodias imensas e uma sequência final monumental.

Primus · 1997
Registro de transição com Brain na bateria, produção granulada e grooves menos explosivos.
Foo Fighters · 1997
Disco decisivo do Foo Fighters, tenso nos bastidores e imenso nas canções, com “Everlong” no centro do mito.
U2 · 1997
Disco dançante, tenso e controverso, com eletrônica, sátira pop e uma sensação permanente de obra em conflito.

Godsmack · 1997
Registro independente, cru e decisivo, com a matriz de Voodoo, Keep Away e do peso que faria Godsmack explodir.
Cyndi Lauper · 1996
Álbum alternativo e eletrônico, com temas queer, femininos e sociais em uma estética pop mais arriscada.
The Cure · 1996
Álbum irregular e colorido, com experimentos de arranjo, pop ensolarado e lampejos da velha intensidade sombria.
EPThe Smashing Pumpkins · 1996
EP da era Mellon Collie, agressivo e simbólico, com lados B que expandem a persona Zero.

Sting · 1996
Disco introspectivo e irregular, com pop adulto, ecos country e histórias de culpa e redenção.
Tori Amos · 1996
Cravo, mitologia, raiva feminina e produção crua em seu álbum mais feroz e polarizador.

Cypress Hill · 1995
O terceiro álbum troca o impacto pop de Black Sunday por uma viagem lenta, claustrofóbica e profundamente sombria.
The Smashing Pumpkins · 1995
Álbum duplo monumental, feito de fúria, nostalgia, fantasia noturna e alguns dos maiores hinos da banda.

Foo Fighters · 1995
Estreia crua e solitária de Dave Grohl, com punk melódico, distorção seca e hits que fundaram a identidade do Foo Fighters.

Primus · 1995
Disco irregular e fascinante, com o hit Wynona e uma veia progressiva mais evidente.
Silverchair · 1995
Estreia crua, pesada e precoce, com grunge australiano, riffs densos e o estouro mundial de Tomorrow.