
Gravadora: HevyDevy Records, Sony Records, USG Records, EastWest, InsideOut Music
2º álbum de estúdio
A mente em neon
Infinity é Devin Townsend abrindo todas as janelas ao mesmo tempo. Metal progressivo, jazz torto, coral, cabaré e humor cósmico entram em colisão sem pedir licença. Christeen parece pop visto por um telescópio rachado.
Bad Devil dança como uma alucinação de big band. War e Soul Driven Cadillac queimam em outra frequência. O disco é brilhante, instável, excessivo. Um retrato de criatividade sem filtro, belo e perigoso.
Por que ouvir esse álbum?
”A imaginação de Devin aparece sem grades e sem capacete.
Destaques
- 1Christeen
- 2Bad Devil
- 3War
- 4Soul Driven Cadillac
Fatos interessantes
- ●Infinity é um dos trabalhos mais abertamente excêntricos da fase inicial solo de Devin Townsend.
- ●Gene Hoglan toca bateria no álbum, conectando a obra solo ao universo de Strapping Young Lad.
- ●Christeen foi concebida com apelo melódico forte, mas revestida pela produção maximalista de Devin.
- ●Bad Devil trouxe elementos de swing, metais e humor teatral pouco comuns no metal progressivo da época.
- ●O álbum saiu em um período emocionalmente turbulento para Townsend, frequentemente associado ao excesso criativo do disco.
- ●Christian Olde Wolbers participou com upright bass, ampliando a paleta fora do metal tradicional.
- ●A recepção crítica reconheceu sua ousadia, embora parte do público tenha estranhado sua instabilidade.
- ●O disco consolidou o interesse de Devin por coros, camadas vocais e arranjos quase cinematográficos.
- ●War antecipa a mistura de peso, catarse e melodia que marcaria álbuns posteriores.
- ●Infinity segue como um dos registros mais polarizadores e fascinantes de sua discografia.
Gravadora
HevyDevy Records, Sony Records, USG Records, EastWest, InsideOut Music
Formação
Mudanças na formação
Sem mudanças significativas















