
76.0
Nota média
de crítica
3º álbum de estúdio
Contar o cotidiano até ele brilhar
Tally encontra o Body Type menos interessado em velocidade pela velocidade e mais atento ao que acontece dentro das canções. Gravado em Los Angeles com Stella Mozgawa, o terceiro álbum abre espaço para riffs serrilhados, post-punk sombrio, ecos de pop dos anos 1960 e arranjos que respiram mais do que nos discos anteriores.
As letras transformam rotina, romance e pequenos deslocamentos de percepção em matéria quase mística. O resultado mantém humor e nervo punk, mas revela uma banda mais paciente, capaz de fazer do detalhe uma força de expansão.
Por que ouvir esse álbum?
”Porque o Body Type amadurece sem perder a irreverência que torna suas guitarras e letras tão vivas.
Destaques
- 1Mulberry
- 2Sick Bag
- 3And What Else?
- 4Palms
- 5Buoyancy
Singles
- ●And What Else?
- ●Mulberry
- ●Sick Bag
Fatos interessantes
- ●Tally é o terceiro álbum de estúdio do Body Type.
- ●O disco foi lançado em 24 de julho de 2026.
- ●As gravações aconteceram no Velveteen Laboratory Studios, em Los Angeles.
- ●Stella Mozgawa, baterista do Warpaint, produziu o álbum.
- ●O lançamento marcou aproximadamente dez anos de trajetória do Body Type.
- ●A edição australiana e neozelandesa foi associada à Poison City, enquanto o restante dos territórios ficou ligado à p(doom).
- ●Mulberry foi descrita pelo próprio material de divulgação como uma música sobre dissolução do eu e associações livres.
- ●O álbum combina riffs grandes e angulares com post-punk e referências ao pop dos anos 1960.
- ●Tally tem dez faixas.
- ●O disco chegou três anos depois de Expired Candy, um intervalo longo para o padrão produtivo que a banda havia estabelecido.
Gravadora
Poison City Records, p(doom) records
Formação
Mudanças na formação
A formação de Tally mantém o quarteto de Sophie McComish, Annabel Blackman, Cecil Coleman e Georgia Wilkinson-Derums, sem mudança central de integrantes em relação ao ciclo anterior.


















