
5º álbum de estúdio
Folk fora de foco
Train on the Island aproxima Aldous Harding da câmera e ainda assim ela escapa. Com John Parish novamente por perto, o álbum trabalha folk mínimo, vozes mutantes, imagens estranhas e melodias de brilho discreto.
A crítica apontou intimidade, mas também recusa de explicação. Harpa, pedal steel e bateria contida criam um palco de madeira torta. Harding canta como personagem, autora e assombração ao mesmo tempo.
Por que ouvir esse álbum?
”Aldous Harding transforma estranhamento em uma forma rara de beleza.
Fatos interessantes
- ●O álbum marca nova colaboração de Aldous Harding com o produtor John Parish.
- ●Pitchfork publicou resenha chamando o disco de um dos pontos altos de sua carreira.
- ●The Guardian destacou a força melódica por trás das excentricidades líricas.
- ●O arquivo indica participação de pedal steel, harpa, sintetizador, bateria e múltiplas funções de Huw Evans.
- ●A presença de Joe Harvey Whyte no pedal steel acrescenta sombra country ao folk estranho de Harding.
- ●Mali Llewelyn no harpa amplia o caráter delicado e deslocado dos arranjos.
- ●O álbum é o quinto de estúdio de Harding, conforme a cronologia informada.
- ●As canções foram recebidas como íntimas, mas resistentes à interpretação literal.
- ●A artista segue reconhecida por performances cênicas enigmáticas e mudanças de persona vocal.
- ●O disco reforça sua posição na fronteira entre folk, pop experimental e teatro interior.
Formação
Aldous Hardingvoz, composição
Joe Harvey-Whytepedal steel
Mali Llewelynharpa
Thomas Polisintetizador
Sebastian Rochfordbateria
Huw Evansbaixo, voz, guitarra, órgão
Mudanças na formação
Sem mudança de formação principal confirmada; álbum solo de Aldous Harding novamente em colaboração com John Parish.
















