6.7
Nota média
de crítica
9º álbum de estúdio
Pop de lápide polida
Monuments to an Elegy é curto, direto e estranho em sua superfície brilhante. Billy Corgan e Jeff Schroeder constroem canções compactas enquanto Tommy Lee entra na bateria, dando músculo a um disco de produção limpa e ansiedade pop.
Being Beige, One and All e Drum + Fife alternam melodia imediata, guitarras contidas e uma melancolia que evita grandeza. Não tem a dimensão prometida por sua era, mas registra Corgan tentando esculpir elegância no desencanto.
Por que ouvir esse álbum?
”Vale pelo contraste entre ambição histórica e canções pequenas, nervosas, quase resignadas.
Destaques
- 1Being Beige
- 2One and All
- 3Drum + Fife
- 4Tiberius
Singles
- ●Being Beige
- ●One and All
- ●Drum + Fife
Fatos interessantes
- ●Tommy Lee, do Mötley Crüe, gravou a bateria, escolha inesperada para a discografia da banda.
- ●Nicole Fiorentino e Mike Byrne não participaram, reduzindo novamente o núcleo de gravação.
- ●O disco foi pensado dentro do ciclo Teargarden, mas saiu como álbum de estúdio autônomo.
- ●Being Beige apresentou uma face melódica e menos agressiva da banda ao público da época.
- ●One and All recuperou guitarras mais fortes, funcionando como contraponto ao tom polido do álbum.
- ●Howard Willing participou da produção, ligado também a gravações anteriores da banda.
- ●O álbum é um dos mais curtos da discografia, distante da lógica expansiva de Mellon Collie e Atum.
- ●A crítica recebeu o disco com cautela, elogiando alguns refrões e questionando a falta de profundidade.
- ●Drum + Fife dialoga com memórias de guerra e infância por meio de uma melodia simples e insistente.
- ●O lançamento reforçou a tensão entre o nome histórico da banda e a busca de Corgan por novas configurações.
Gravadora
Martha's Music, BMG
Formação
Mudanças na formação
Nicole Fiorentino e Mike Byrne não participaram da formação de gravação; Tommy Lee assumiu a bateria no álbum, com Billy Corgan e Jeff Schroeder permanecendo.














