The Script fez do pop rock confessional uma engenharia de grande escala. Formado em Dublin por músicos com experiência prévia em produção e R&B, o grupo encontrou sua assinatura em letras de ruptura, melodias crescentes e refrões feitos para multidões.
O sucesso inicial atravessou rádios e fronteiras, mas a morte do guitarrista Mark Sheehan em 2023 criou uma fratura real na história da banda. Satellites e The User's Guide to Being Human pertencem a uma fase de continuidade marcada por ausência e reconstrução.
Por que ouvir The Script?
”Para ouvir vulnerabilidade sentimental convertida em refrões de estádio sem perder a melancolia de Dublin.
Faixas essenciais
The Man Who Can't Be Moved
The Script
Hall of Fame (feat. will.i.am)
#3
Breakeven
The Script
Superheroes
No Sound Without Silence
For the First Time
Science & Faith
Fases da carreira
2008–
2012
Dublin encontra as rádios
Os três primeiros discos definem a fórmula: piano, guitarra, produção pop e letras de ruptura. O alcance cresce até Hall of Fame transformar a banda em fenômeno global.
2014–
2017
Pop de escala máxima
No Sound Without Silence expande o som de arena; Freedom Child absorve produção pop mais eletrônica. A banda testa quanto sua identidade suporta sem perder os refrões confessionais.
2019–
2019
Crepúsculo antes da ruptura
Sunsets & Full Moons funciona como retorno ao núcleo emocional do trio, mais direto e íntimo, antes da morte de Mark Sheehan alterar definitivamente sua história.
2024–
Canções depois da ausência
Satellites e The User's Guide to Being Human reorganizam o grupo após a morte de Sheehan, preservando a linguagem melódica enquanto luto e continuidade passam ao primeiro plano.
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