Queen foi a banda que tratou o rock como coroa de papelão e, por isso mesmo, o fez parecer império. Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon misturaram hard rock, ópera, vaudeville, disco e hino de estádio sem pedir desculpas ao bom gosto.
Dos labirintos progressivos ao pop planetário, do Live Aid ao luto de “Made in Heaven”, sua obra parece exagerada até que o mundo inteiro começa a cantar junto.
Por que ouvir Queen?
”Cada canção parece provar que o ridículo, quando levado a sério, pode virar grandeza.
Faixas essenciais
Fases da carreira
1973–
1974
Veludo, Fumaça e Dragões Elétricos
O Queen nasce entre hard rock, fantasia e ambição progressiva: ainda procura a arena, mas já soa como se tocasse para um teatro em chamas.
1975–
1978
A Ópera no Fundo do Pub
A banda encontra sua escala imperial: harmonias absurdas, humor teatral, riffs de aço e refrões que transformam o público em personagem principal.
1980–
1982
Máquinas de Dança no Palácio do Rock
O grupo desmonta a própria pompa com baixo seco, funk, disco, trilha espacial e risco comercial, aproximando o estádio da pista sem perder arrogância.
1984–
1986
O Estádio Aprende a Rezar
Sintetizadores, cinema e refrões monumentais moldam o Queen global dos anos 80, menos barroco, mais direto, pronto para transformar multidão em coral.
1989–
1995
Luz Final Sobre a Máscara
A fase derradeira carrega pressentimento e desafio: Mercury canta contra o relógio, e a banda ergue canções como monumentos ao corpo que desaparece.
Álbuns ao vivo
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