
Gravadora: EMI Classics
A catedral da infância
Liverpool Oratorio leva Paul ao território clássico com ambição autobiográfica. A obra usa a cidade natal como palco simbólico: guerra, escola, família, crise e paz entram em oito movimentos.
Carl Davis ajuda a transformar memória popular em escrita coral e orquestral. A crítica clássica discutiu a técnica; o gesto cultural foi enorme. Paul trocava o baixo por uma catedral, tentando traduzir Liverpool em forma solene.
Por que ouvir esse álbum?
”Para ouvir Paul transformar origem operária em ritual coral de larga escala.
Destaques
- 1Movement I: War
- 2Movement VII: Crises
- 3Movement VIII: Peace
Fatos interessantes
- ●A obra foi encomendada para marcar os 150 anos da Royal Liverpool Philharmonic Society.
- ●Carl Davis colaborou na composição e regência, ajudando na arquitetura clássica.
- ●A estreia ocorreu na Catedral de Liverpool, espaço de forte carga simbólica para a cidade.
- ●O libreto acompanha Shanty, personagem com ecos autobiográficos de Paul.
- ●Kiri Te Kanawa, Sally Burgess, Jerry Hadley e Willard White integraram o elenco vocal.
- ●A recepção clássica foi dividida, entre respeito pelo gesto e dúvidas sobre a escrita formal.
- ●O projeto abriu uma trilha paralela para Paul fora do rock.
- ●Funciona dentro da discografia como classical album, mas o peso real vem do contexto em que foi lançado.
- ●As sessões passaram por Liverpool Cathedral e EMI Studios, Abbey Road, informação que ajuda a explicar a textura do disco.
- ●A produção creditada a John Fraser molda o equilíbrio entre acabamento e espontaneidade.
Gravadora
EMI Classics
Formação
Paul McCartneycomposição
Carl Davisco-composição, regência
Kiri Te Kanawasoprano
Sally Burgessmezzo-soprano
Jerry Hadleytenor
Willard Whitebaixo-barítono
Royal Liverpool Philharmonic Orchestraorquestra
Mudanças na formação
Projeto clássico com solistas, coro e orquestra sinfônica.












