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Born This Way

7.2

Nota média
de crítica


Gravadora: Streamline, KonLive, Interscope

2º álbum de estúdio

Catedral de suor e neon

Born This Way é Gaga em escala de mural. O álbum mistura synth-pop, rock eletrônico, culto queer, melodrama católico e ambição de estádio. Há excesso, sim, mas o excesso é o idioma. Judas, The Edge of Glory e Marry the Night soam como confissões gritadas sob luzes de boate.

O disco captura uma artista no auge do controle simbólico, tentando transformar identidade, desejo e trauma em hino coletivo. É música para corpo e cartaz, cheia de falhas produtivas, coragem de escala e uma convicção quase religiosa no poder do refrão.

Por que ouvir esse álbum?

Para sentir o pop tentando virar manifesto sem abandonar o choque da pista.

Veja a discografia completa

Destaques

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Singles

  • Born This Way
  • Judas
  • The Edge of Glory
  • Yoü and I
  • Marry the Night

Fatos interessantes

  • Parte do álbum foi criada na estrada, em ônibus e quartos de hotel, o que alimenta sua sensação de urgência e movimento constante.
  • Clarence Clemons, saxofonista ligado à E Street Band, dá a The Edge of Glory um brilho épico e melancólico.
  • Brian May aparece em Yoü and I, aproximando o disco do rock clássico que Gaga já citava como formação sentimental.
  • A faixa-título virou hino LGBTQIA+ imediato, mas também recebeu críticas por semelhanças percebidas com Express Yourself, de Madonna.
  • Judas provocou controvérsia religiosa antes mesmo de o público absorver o álbum inteiro, reforçando o uso calculado de iconografia católica.
  • Marry the Night nasceu como afirmação nova-iorquina, menos confessional íntima e mais retrato de sobrevivência em cidade grande.
  • O álbum estreou com vendas enormes nos Estados Unidos, impulsionado por uma estratégia digital agressiva que gerou debate sobre preço e valor.
  • Fernando Garibay assumiu papel central na arquitetura do disco, criando uma textura densa entre máquinas, guitarras e melodrama de arena.
  • Bloody Mary ganhou vida nova anos depois em redes sociais, mostrando como faixas de álbum podem escapar do calendário original.
  • A crítica reconheceu a ambição do projeto, mesmo quando apontou excesso de duração, produção carregada e colisões de referência.

Produção

Lady Gaga, Fernando Garibay, DJ White Shadow, RedOne, Jeppe Laursen

Estúdios

Abbey Road Studios, Germano Studios, Studio at the Palms, Gang Studios, The Mix Room, Studios 301, Setai Recording Studios, Sing Sing Studios, Paradise Studios, Officine Meccaniche, Livingroom Studios, Warehouse Productions, Tour Bus, Studio Bus

Gravadora

Streamline, KonLive, Interscope

Formação

Lady Gagavocal principal, backing vocals, teclados, instrumentação, arranjos
Fernando Garibaybacking vocals, guitarra, teclados, instrumentação, arranjos
DJ White Shadowteclados, guitarra
RedOnebacking vocals, instrumentação
DJ Snaketeclados, bateria, baixo
Clarence Clemonssaxofone
Brian Mayguitarra
Kareem Devlinguitarra
Robert John "Mutt" Langebacking vocals
Brian Leebacking vocals
Peter Van Der Veenbacking vocals
Cheche Alarainstrumentação, arranjos

Mudanças na formação

Lady Gaga permanece como artista principal; entraram Fernando Garibay, DJ White Shadow e outros músicos de apoio recorrentes nos créditos de execução.

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