
8º álbum de estúdio
Brutalidade sem fundador
Denigration marca uma virada rara no Ingested: primeiro álbum sem Jason Evans, voz fundadora e símbolo da banda. Sean Hynes e Andrew Virrueta assumem vocais além das guitarras, puxando o deathcore para uma zona de reconstrução violenta.
O disco retoma slam, death metal e ataque frontal com poucos rodeios. A questão não é suavizar a perda. É transformar ausência em músculo rítmico.
Por que ouvir esse álbum?
”A banda responde à perda de um vocalista fundador com pancada seca.
Fatos interessantes
- ●É o primeiro álbum do Ingested sem o vocalista fundador Jason Evans.
- ●Sean Hynes e Andrew Virrueta passam a dividir funções vocais além das guitarras.
- ●Reviews iniciais trataram Denigration como retorno à forma do grupo.
- ●Boolin Tunes elogiou a capacidade da banda de refinar sua fórmula sem grandes riscos.
- ●Angry Metal Guy publicou resenha no dia do lançamento, indicando atenção imediata da cena extrema.
- ●O álbum sucede uma fase de experimentações que dividiu parte do público.
- ●A formação reduzida a quatro nomes reforça a nova dinâmica interna.
- ●O repertório mantém a ponte entre death metal, deathcore e slam.
- ●A saída de Evans tem peso simbólico por envolver uma voz associada à identidade do grupo desde o começo.
- ●O álbum confirma o Ingested como nome persistente da brutalidade britânica contemporânea.
Formação
Sean Hynesguitarra, voz
Andrew Virruetaguitarra, voz
Thomas Haywoodbaixo
Lyn Jeffsbateria
Mudanças na formação
Primeiro álbum sem o vocalista fundador Jason Evans; Sean Hynes e Andrew Virrueta assumem os vocais.


















