Gorillaz transformou a banda pop em desenho, laboratório e contrabando global. Damon Albarn e Jamie Hewlett criaram personagens para dizer verdades que gente real talvez não suportasse: solidão digital, império cultural, festa pós-apocalíptica.
Do deboche trip-hop da estreia ao mundo colaborativo de Demon Days, Plastic Beach e além, o projeto fez da identidade uma máscara em movimento.
Por que ouvir Gorillaz?
”Pop mutante para um mundo onde até os fantasmas têm avatar.
Faixas essenciais
Ranking de álbuns
Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.
Fases da carreira
2001–
2005
Desenhos fumando no fim do século
A estreia e Demon Days definem a mitologia: hip hop, dub, britpop fantasma e melancolia pop dentro de uma banda que existe melhor como ficção.
2010–
2011
Ilhas de plástico e diários quebrados
Plastic Beach amplia o projeto em escala ecológica e global; The Fall responde com solidão portátil, feito na estrada, menor e mais espectral.
2017–
2020
A festa depois da queda
Humanz, The Now Now e Song Machine alternam multidão e isolamento, club apocalíptico e canção íntima, como rádio pirata do colapso moderno.
2023–
A ilha vira planeta
Cracker Island e The Mountain levam a colaboração ao extremo, trocando o esconderijo fictício por uma geografia pop aberta, espiritual e multinacional.





