
Ozzy Osbourne – No Rest for the Wicked
Peso renovado e riffs explosivos marcam o 5.º solo de Ozzy, impulsionado pela estreia eletrizante de Zakk Wylde e críticas afiadas.

Nota média
de sites de crítica

Peso renovado e riffs explosivos marcam o 5.º solo de Ozzy, impulsionado pela estreia eletrizante de Zakk Wylde e críticas afiadas.

Com guitarras afiadas e energia crua, o grupo retoma o espírito visceral do rock, unindo peso, melodia e maturidade.

“St. Anger” é o som de um Metallica em crise, sem solos, com bateria estridente e produção crua. Caótico, confuso, mas curioso—principalmente depois de ver o documentário.

Prog rock noturno, denso e experimental; sonoridade curiosa que revela um grupo promissor longe do pop refinado que viria depois.

Harmonias suaves e arranjos refinados definem este álbum icônico dos Carpenters, que consolidou seu estilo único no cenário pop dos anos 70.

Rock, blues e country com a energia crua do CCR no ápice, criando um som visceral que reflete a intensidade e a inquietação dos anos 70.