
Black Label Society – Engines of Demolition
Heavy metal com groove sulista, riffs colossais e um clima de despedida emotiva: BLS segue bruto, fiel a si mesmo e surpreendentemente tocante.
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Heavy metal com groove sulista, riffs colossais e um clima de despedida emotiva: BLS segue bruto, fiel a si mesmo e surpreendentemente tocante.

Raridades, rough mixes e ensaios crus mostram o Rainbow de 1975-76 nascendo entre fantasia medieval, peso metálico e eletricidade bruta.

Um comeback de heavy metal clássico, cheio de riffs afiados, refrães de arena e devoção descarada ao espírito oitentista.

Power metal épico, melódico e mais maduro: o Power Paladin amplia a fantasia da estreia com refrães fortes e produção mais afiada.

Heavy metal tradicional enérgico, com guitarras galopantes e clima épico que funde nostalgia e vigor moderno na estreia arrebatadora da banda.

Heavy e speed metal direto ao ponto, com riffs velozes, produção crua e espírito old school. Tailgunner acelera sem olhar para trás.

Riffs clássicos, energia thrash e reflexões de legado; o disco de encerramento da banda mistura nostalgia e momentos fortes, mesmo com altos e baixos.

Heavy metal direto e sem filtros: riffs acelerados, vocais rasgados e atitude old school em um retorno potente do Bullet.

Thrash metal afiado com toques épicos e produção refinada: Aletheia é uma evolução sonora profunda e intensa na discografia da Wildhunt.

Riffs poderosos e refrões épicos unidos à temática do tempo: o segundo álbum retrata a maturidade da banda com melodia e força em igual medida.