
Amorphis – Borderland
Guitarras elegantes, vocais poderosos e uma postura renovada: Borderland é o Amorphis mais maduro e melódico dos últimos anos.

Nota média
de sites de crítica

Guitarras elegantes, vocais poderosos e uma postura renovada: Borderland é o Amorphis mais maduro e melódico dos últimos anos.

Riffs densos, melodias atmosféricas e vocais limpos pontuais: Rasen marca a evolução da Orbit Culture rumo a um melodeath mais ambicioso.

Estreia crua de death/doom sombrio, ainda distante do metal sinfônico, mas já marcada por atmosfera ritualística e obscura.

Power metal exagerado, synths em alta e humor sem freio: um disco divertido e teatral, mas menos certeiro que a estreia.

Thrash bruto, variado e cheio de gana: o retorno de Rob Dukes recoloca o Exodus em modo destruição, com riffs gigantes e clima corrosivo.

Death metal sueco cru, podre e certeiro: riffs de motosserra, clima de horror e uma banda veterana tocando com fome renovada.