
6.8
Nota média
de crítica
13º álbum de estúdio
Sangue novo na linhagem
Bloodlines introduz Francesco Marras e Huw Holding numa formação renovada e entrega a produção a Tue Madsen. O resultado é mais musculoso, com graves firmes e guitarras modernas, sem romper com a linguagem melódica construída pela banda.
Edge of the World e Fire on the Horizon mostram como o grupo atualiza a herança da NWOBHM sem tratá-la como fantasia de época.
Por que ouvir esse álbum?
”Pelo encontro entre peso, melodia e uma formação renovada que ainda conversa com a raiz da NWOBHM.
Singles
- ●Edge of the World
- ●Fire on the Horizon
- ●Back for Good
Fatos interessantes
- ●Bloodlines foi escrito em grande parte durante o período de isolamento da pandemia, quando os integrantes não podiam se reunir normalmente.
- ●Francesco Marras começou a colaborar remotamente com Robb Weir e chegou a escrever material com a banda antes de encontrar pessoalmente todos os colegas.
- ●Jack Meille contou que a banda trabalhou em pelo menos vinte músicas, finalizou treze e selecionou dez para o álbum.
- ●O título Bloodlines foi sugerido por Meille como referência à ideia de que cada ex-integrante deixou parte de sua contribuição na linhagem do Tygers.
- ●A arte de Andy Pilkington desenvolve essa ideia como o renascimento de um tigre pelo próprio sangue, em vez da imagem tradicional da fênix renascendo das cinzas.
- ●Tue Madsen foi escolhido para a produção/mixagem e trouxe um peso contemporâneo sem eliminar a dinâmica e os elementos setentistas que a banda queria preservar.
- ●Francesco Marras e Huw Holding estreiam juntos em um álbum de estúdio do Tygers, substituindo Micky Crystal e Gavin Gray.
- ●Fire on the Horizon nasceu da insistência de Marras em incluir uma faixa rápida; ele escreveu a música e dividiu a letra com Craig Ellis.
- ●A New Heartbeat já havia aparecido no EP homônimo de 2022 e foi incorporada ao álbum em nova etapa da formação.
- ●Bloodlines teve recepção tão positiva que a própria banda publicou, no fim de 2023, que ficou surpresa com a amplitude dos elogios depois de 45 anos de carreira.
Produção
Estúdios
Plastic Sun Studio, Florence, Italy, Screaming Shadows Studio, Italy, Swamp Freaks Studios, UK, Antfarm Studios, Aarhus, Denmark
Gravadora
Mighty Music
Formação
Mudanças na formação
Francesco Marras assumiu a segunda guitarra e Huw Holding o baixo, ao lado de Weir, Meille e Ellis.


















