Formados em Nova York no fim dos anos 1990, The Strokes condensaram guitarras secas, melodias econômicas e uma indiferença cuidadosamente encenada num vocabulário que ajudou a redefinir o rock do início dos anos 2000.
Is This It virou ponto de referência para uma geração, mas a carreira nunca ficou congelada naquele instante: tensões internas, hiatos e discos mais eletrônicos ampliaram o repertório. Com The New Abnormal e Reality Awaits, o grupo passou a tratar a própria nostalgia como matéria de transformação.
Por que ouvir The Strokes?
”Guitarras mínimas, melodias instantâneas e decadência urbana transformadas em uma linguagem que continua se deformando.
Faixas essenciais
Ranking de álbuns
Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.
Fases da carreira
2001–
2003
A cidade em três minutos
Is This It e Room on Fire fixaram a fórmula: guitarras entrelaçadas, bateria rígida e canções curtas que fizeram do desleixo nova-iorquino uma estética internacional.
2006–
2013
Fissuras no uniforme
A banda esticou a própria gramática, primeiro com a escala maior de First Impressions of Earth e depois com a fragmentação eletrônica e colaborativa de Angles e Comedown Machine.
2020–
Depois da nostalgia
Com Rick Rubin, o grupo reencontrou coesão sem restaurar o passado: sintetizadores, melancolia e experimentação passaram a dividir espaço com as velhas guitarras de precisão.
Artistas relacionados
Projetos derivados







