
The Cribs – The New Fellas
Mais focado e confiante, o segundo disco organiza o caos inicial e consolida a banda como força real do indie britânico.

The Cribs é uma banda britânica de indie rock formada em 2001 pelos irmãos gêmeos Gary (baixo e vocais) e Ryan Jarman (guitarra e vocais) e seu irmão mais novo Ross Jarman (bateria) em Wakefield, West Yorkshire. A trinca cresceu tocando juntos desde a infância, adotando uma estética DIY e um som que mistura guitarras cruas, melodias pegajosas e energia punk, rapidamente conquistando espaço na cena indie do Reino Unido e além.
A banda ganhou destaque com seu álbum de estreia autointitulado em 2004 e continuou a evoluir artisticamente ao longo dos anos, incorporando elementos de garage rock e post‑punk revival em seus trabalhos subsequentes. Entre 2008 e 2011, o lendário guitarrista Johnny Marr (ex‑The Smiths) integrou a formação, colaborando em Ignore the Ignorant e expandindo o alcance crítico do grupo. Ao longo de mais de duas décadas, The Cribs consolidou um legado de integridade indie e performances intensas, influenciando gerações de bandas alternativas.
Quer começar a ouvir The Cribs? Temos um bom caminho para você conhecer os álbuns de mais destaque da banda:

Mais focado e confiante, o segundo disco organiza o caos inicial e consolida a banda como força real do indie britânico.

O auge comercial: refrões diretos, ambição pop e energia punk equilibradas em um álbum feito para impacto imediato.

Reinvenção madura e encorpada, marcada pela entrada de Johnny Marr (The Smiths) e por uma abordagem mais densa e ambiciosa.
Mas lembre-se: escutar a discografia inteira é a melhor maneira de conhecer o trabalho da banda. Sempre.
Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.
A banda surge como um trio cru e barulhento, profundamente ligado ao espírito DIY do pós-punk revival britânico. O som é nervoso, direto e emocionalmente impulsivo, com guitarras serrilhadas e letras confessionais que soam como registros imediatos da juventude. Esta fase constrói a imagem anti-rockstar do grupo, marcada por urgência, ironia e orgulho outsider.

Estreia urgente e sem verniz, onde atitude punk, sarcasmo juvenil e estética DIY definem a identidade crua e honesta da banda.

Mais focado e confiante, o segundo disco organiza o caos inicial e consolida a banda como força real do indie britânico.

O auge comercial: refrões diretos, ambição pop e energia punk equilibradas em um álbum feito para impacto imediato.
A entrada de Johnny Marr altera radicalmente a escala criativa e simbólica da banda, trazendo sofisticação melódica e um novo vocabulário de guitarras. A produção se torna mais ampla e clássica, enquanto as letras refletem tensão, defesa e confronto com expectativas externas. Após sua saída, a banda canaliza esse peso em um som mais denso e dramático, encerrando a era com intensidade quase combativa.

Reinvenção madura e encorpada, marcada pela entrada de Johnny Marr (The Smiths) e por uma abordagem mais densa e ambiciosa.

Retorno agressivo ao formato trio, com ruído denso, clima defensivo e foco em identidade após o fim da participação de Johnny Marr.
De volta ao formato essencial, o grupo assume a longevidade como bandeira artística. As canções equilibram aspereza punk e melodias mais abertas, com letras que refletem sobrevivência, relevância e envelhecimento no rock. Não há tentativa de reinvenção radical — a força está na persistência e na reafirmação de identidade em um cenário já transformado.

Equilíbrio entre melodia e distorção, mostrando um trio mais confiante, acessível e maduro sem perder atitude.

Disco cru, rápido e irônico, gravado no impulso, celebrando o caos e a urgência do rock sem filtros.

Retrato introspectivo da era pandêmica, com texturas variadas, colaborações pontuais e um The Cribs mais fragmentado.
Após um hiato prolongado, esta nova era marca um recomeço consciente, com a banda reaparecendo mais focada e segura do próprio legado. O clima é de retomada de movimento: menos nostalgia, mais energia direcionada ao presente. O som sugere impacto imediato e confiança renovada, funcionando como ponto de partida para um novo ciclo criativo após duas décadas de estrada.

Indie rock direto e maduro, com riffs clássicos e letras reflexivas; os Cribs equilibram experiência, ironia e energia sem perder identidade.
Registros oficiais de performances ao vivo da banda.

Energia viva e guitarras afiadas no icônico Cavern Club; o álbum ao vivo captura The Cribs em performance visceral e sem artifícios.
Outras bandas envolvendo os integrantes do BANDA.
Franz Ferdinand
Em 2009, o baixista Gary Jarman substituiu temporariamente o baixista da banda em turnês nos EUA, explorando um post-punk mais refinado.
Boston Spaceships
Em 2009, o baixista Gary Jarman colaborou no álbum The Planets Are Blasted, unindo indie rock com influências de Guided by Voices.
Exclamation Pony
Em 2012, o guitarrista Ryan Jarman formou esse projeto com sintetizadores e texturas eletrônicas mais experimentais.
The Smiths
Em 1982, o guitarrista Johnny Marr formou a banda ao lado de Morrissey, definindo o som do indie britânico com melodias cristalinas e lirismo melancólico.
Electronic
Em 1989, Johnny Marr uniu forças com Bernard Sumner (New Order) em um projeto que mesclava synthpop e guitarras alternativas, com abordagem mais eletrônica e dançante.