Slash - Live at the S.E.R.P.E.N.T. Festival

Live at the S.E.R.P.E.N.T. Festival

Fase

Refinamento Vivo & Experimentação (2022–2025)

7.5

Nota média
de sites de crítica

O blues por trás da cartola

Este álbum captura Slash num modo livre e visceral, como se estivesse passeando pela raiz do blues com a mesma energia que ele traz ao rock explosivo. O som vai de clássicos ferventes como “Crossroads” a momentos mais introspectivos e sujos de gaita e órgão — como se o palco vira­‑se uma jam session num porão, com luz baixa e suor escorrendo. Ele sai (temporariamente) dos solos grandiosos do rock‑arena e mergulha nas estórias do delta, nos riffs que formaram o rock, trazendo sua assinatura de cartola, Les Paul e amp de tubo para reinterpretar essa herança.

Comparado ao seu disco de estúdio anterior (Orgy of the Damned, 2024), que revisitava clássicos em estúdio, este registro ao vivo tem a sensação de “ao vivo”, sem rebote perfeito, sem retrabalho: é suor, público, tom autêntico. A performance transmite que Slash está se divertindo, abrindo o som e convidando a banda a respirar juntos, fluir — como se o palco fosse um rio de blues em vez de um ringue de rock pesado.

Local

Mission Ballroom, Denver (17/07/2024)

Turnê

S.E.R.P.E.N.T. Festival (turnê blues/rock do Orgy of the Damned)

Destaques

5 – Oh Well
12 – Crossroads
11 – Metal Chestnut

Menos ouvidas

1 – Intro
14 – It Takes a Lot to Laugh, It Takes a Train to Cry

Fatos interessantes

• O álbum foi gravado em 17 de julho de 2024 no Mission Ballroom, Denver, Colorado.

• A sigla “S.E.R.P.E.N.T.” significa “Solidarity, Engagement, Restore, Peace, Equality N’ Tolerance” — o festival levou esse conceito para além da música.

• Parte dos lucros desse festival foram destinados a organizações como Equal Justice Initiative e War Child.

• O repertório traz clássicos do blues como “Born Under a Bad Sign”, “Key to the Highway” e “Crossroads”.

• Inclui também uma faixa original de Slash chamada “Metal Chestnut”.

• O álbum sai cerca de um ano após o trabalho de estúdio anterior, marcando uma virada para o formato ao vivo e comunidade blues.

• A banda de apoio — com Teddy Andreadis, Tash Neal, Johnny Griparic e Michael Jerome — mantém firme o groove, permitindo que Slash se solte de sua cartola habitual.

• Embora seja um álbum ao vivo, está disponível em formatos físicos especiais: LP triplo, 2CD + Blu‑Ray e box sets assinados.

• O ambiente de festival e a escolha de repertório fazem com que o álbum mais pareça uma celebração do blues do que uma mera excursão de rock‑guitarra.

Formação

Slash – guitarra solo e base, vocais de apoio
Teddy Andreadis – vocais principais, teclados, gaita (harmónica)
Tash Neal – guitarra rítmica, vocais
Johnny Griparic – baixo elétrico, vocais de apoio
Michael Jerome – bateria

Se gostou, também vai gostar de...

Chris Cornell - Songbook

Chris Cornell – Songbook

Álbum solo ao vivo, voz e violão despidos, revisitanto sua carreira com emoção crua e dois inéditas acústicas marcantes.

Scorpions - Coming Home Live

Scorpions – Coming Home Live

Show histórico em Hanôver celebra 60 anos do Scorpions com energia, nostalgia e clássicos renovados em uma gravação ao vivo vibrante.

Outros álbuns do mesmo ano

Demon King - Death Knell

Demon King – Death Knell

Blackened tech-death veloz e sombrio, unindo brutalidade técnica e atmosfera ritualística em um dos trabalhos mais intensos da banda.

Arch Enemy - Blood Dynasty

Arch Enemy – Blood Dynasty

Blood Dynasty marca a saída de Jeff Loomis e traz um Arch Enemy mais agressivo e técnico, com Alissa dominando o vocal e riffs mais cortantes.