Skrillex saiu do emo e entrou na eletrônica como curto-circuito cultural. Em vez de apenas produzir faixas, virou a imagem sonora de uma década: drops serrilhados, pop global, festivais e internet queimando na mesma tomada.
Recess consolidou o nome solo; Quest for Fire reencontrou a pista com vocabulário mais amplo; Don't Get Too Close expôs a raiz sentimental. Sua obra é colisão entre maximalismo, clube e vulnerabilidade mutante.
Por que ouvir Skrillex?
”O barulho dele não pede licença: desmonta a sala e revela uma melodia embaixo dos escombros.
Faixas essenciais
Where Are Ü Now (with Justin Bieber)
Skrillex and Diplo Present Jack Ü
In Da Getto
In Da Getto
Bangarang (feat. Sirah)
Bangarang
Purple Lamborghini (with Rick Ross)
Suicide Squad: The Album
Make It Bun Dem
Make It Bun Dem After Hours EP
Fases da carreira
2014–
2014
A máquina aprende a gritar
Recess leva o choque do brostep ao formato de álbum, ainda dominado por impacto físico, vocoder, colaborações e uma estética de videogame em chamas.
2023–
2023
Duas noites no mesmo incêndio
Quest for Fire reconecta Skrillex ao clube global; Don't Get Too Close deixa o produtor encostar no emo, no rap e no pop como feridas antigas.
2025–
Anti-pop para depois do império
A fase recente parece menos interessada em dominar festivais e mais em quebrar a própria persona, misturando gesto punk, internet e memória afetiva.
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