Neil Diamond é um compositor de multidões solitárias. De Brooklyn ao Brill Building, do folk-rock ao pop de arena, escreveu canções que parecem simples até revelarem um teatro de fé, desejo e autoafirmação.
Sweet Caroline virou rito público, mas sua obra vai além do coro: Brother Love, Tap Root Manuscript, Stones e Hot August Night desenham um artista que transformou sentimentalismo em força quase bíblica.
Por que ouvir Neil Diamond?
”Canções enormes para sentimentos comuns que ninguém consegue cantar pequeno.
Faixas essenciais
Sweet Caroline
Brother Love's Travelling Salvation Show
Forever In Blue Jeans
You Don't Bring Me Flowers
Cracklin' Rosie - Single Version
Tap Root Manuscript
I Am...I Said - Single Version
Stones
Girl, You'll Be A Woman Soon
Just for You
Fases da carreira
1966–
1969
O Brill Building abre uma estrada de poeira
Os primeiros discos moldam o compositor pop-folk de refrões imediatos, já dividido entre artesanato de rádio e ambição espiritual.
1970–
1976
Pregador pop no centro da arena
A fase de Tap Root Manuscript a Beautiful Noise expande sua escala: gospel, folk, orquestra e a persona messiânica do showman popular.
1977–
1986
Hollywood, lágrimas e smoking aberto
Entre trilhas, baladas adultas e duetos, Diamond assume o melodrama comercial, às vezes excessivo, sempre irresistível em sua franqueza emocional.
1988–
2001
O veterano procura a própria sombra
Discos de transição alternam pop adulto, covers e tentativas de reentrada, mantendo o ofício enquanto a aura clássica amadurece.
2005–
Rick Rubin apaga as luzes da vitrine
A fase tardia reencontra o homem por trás do monumento, com discos crus, voz envelhecida e canções que aceitam silêncio e memória.
