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Para Ouvir Hoje
Kasabian

Kasabian

InglaterraInglaterra/Leicester
Início em 1997

9

álbuns de estúdio

2

álbuns ao vivo

Por onde começar a ouvir

Kasabian surgiu em Leicester no fim dos anos 1990 combinando guitarras britânicas, psicodelia e pulsação eletrônica numa música feita para grandes espaços. Club Foot e L.S.F. estabeleceram a mistura; West Ryder Pauper Lunatic Asylum levou o grupo a uma fase mais excêntrica e expansiva.

A saída de Tom Meighan em 2020 alterou seu centro de gravidade: Sergio Pizzorno assumiu os vocais e conduziu uma reinvenção que preservou o impulso de arena enquanto tornou a produção mais pop e eletrônica.

Por que ouvir Kasabian?

Rock britânico com arrogância de estádio e motores eletrônicos trabalhando por baixo das guitarras.

Faixas essenciais

West Ryder Pauper Lunatic Asylum
1

Fire

West Ryder Pauper Lunatic Asylum

Release The Pressure
2

Release The Pressure

Release The Pressure

Kasabian
3

Club Foot

Kasabian

West Ryder Pauper Lunatic Asylum
4

Underdog

West Ryder Pauper Lunatic Asylum

Kasabian
5

L.S.F.

Kasabian

Fases da carreira

2004
2006

Batidas para incendiar Leicester

A estreia estabelece a mistura de riffs, loops e psicodelia; Empire aumenta o tamanho dos refrões e transforma o grupo numa máquina de festivais do rock britânico.

Kasabian

Kasabian

Empire

Empire

2009
2011

O hospício psicodélico

West Ryder abre a paleta com psicodelia e eletrônica mais estranha; Velociraptor! conserva a ambição e a converte em canções mais diretas, sem perder o gosto pelo excesso.

West Ryder Pauper Lunatic Asylum

West Ryder Pauper Lunatic Asylum

Velociraptor!

Velociraptor!

2014
2017

Neon, números e arena

48:13 radicaliza sintetizadores e minimalismo visual; For Crying Out Loud devolve guitarras e melodias expansivas, fechando a fase de Tom Meighan à frente do grupo.

48:13

48:13

For Crying Out Loud

For Crying Out Loud

2022

Pizzorno toma o microfone

Com Sergio Pizzorno como vocalista principal, Kasabian reconstrói sua identidade: eletrônica e pop ganham espaço, enquanto Happenings e Act III reafirmam a vocação para grandes palcos.

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