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Para Ouvir Hoje
Grateful Dead

Grateful Dead

Estados UnidosEstados Unidos/Palo AltoStatus desconhecido
Início em 1965

13

álbuns de estúdio

Por onde começar a ouvir

Grateful Dead transformou o concerto em território sem mapa. Nascida na contracultura da Califórnia, a banda levou folk, blues, country, psicodelia e improvisação para uma música que se recusava a terminar do mesmo jeito duas vezes.

Os discos de estúdio registram apenas parte do fenômeno; ao vivo, Jerry Garcia e companhia fizeram da canção uma comunidade temporária. Entre a ingenuidade hippie e uma disciplina quase telepática, o Dead construiu um repertório que continua mudando quando alguém aperta play.

Por que ouvir Grateful Dead?

Para entrar numa canção e descobrir que ela já virou estrada, conversa e tempestade.

Fases da carreira

1967
1969

Ácido, amplificador e estrada

O grupo emerge da psicodelia de São Francisco com blues deformado, improvisação e uma recusa natural a caber no formato de canção.

The Grateful Dead

Anthem of the Sun

Aoxomoxoa

1970
1970

Canções para quem voltou vivo

A psicodelia dá lugar a harmonias, violões e personagens americanos. O Dead descobre que também pode ser devastador quando fala baixo.

Workingman's Dead

American Beauty

1973
1975

A canção se abre como mapa

Os discos de estúdio incorporam a liberdade do palco, com jazz, folk e narrativas oblíquas. A banda parece tocar dentro de uma paisagem em movimento.

Wake of the Flood

From the Mars Hotel

Blues for Allah

1977
1980

Depois do hiato, mais estrada

A volta traz repertório renovado e produção mais limpa, mas a estranheza persiste. O grupo reaprende a equilibrar radiofonia e deriva.

Terrapin Station

Shakedown Street

Go to Heaven

1987
1989

O último verão longo

O sucesso tardio de In the Dark leva a banda de novo às multidões. Há clareza pop, velhas fantasias e a sensação de que a estrada nunca se encerra.

In the Dark

Built to Last

Álbuns ao vivo