
A máquina volta a girar
Quinze anos depois de Mr. Moonlight, Can't Slow Down apresenta um Foreigner rejuvenescido sem romper com seu vocabulário. Kelly Hansen evita imitar Lou Gramm de forma servil e conduz canções moldadas para preservar refrões largos, guitarras nítidas e melodias de arena.
Marti Frederiksen ajuda a atualizar a produção, enquanto When It Comes to Love e In Pieces mostram que a banda ainda sabia escrever para o rádio adulto. O disco não reinventa o grupo; prova, com disciplina e energia, que sua arquitetura musical continuava funcional.
Por que ouvir esse álbum?
”Para descobrir uma retomada tardia que respeita a fórmula sem soar como simples tributo.
Destaques
- 1When It Comes to Love
- 2In Pieces
- 3Can't Slow Down
- 4I Can't Give Up
- 5Living in a Dream
Singles
- ●When It Comes to Love
- ●In Pieces
- ●Can't Slow Down
Fatos interessantes
- ●Foi o nono álbum de estúdio do Foreigner.
- ●Chegou quinze anos depois de Mr. Moonlight.
- ●É o único álbum de estúdio da banda com Kelly Hansen como vocalista principal.
- ●Também foi o primeiro álbum de estúdio do grupo com Jeff Pilson.
- ●Nos Estados Unidos, a edição inicial foi vendida com exclusividade pelo Walmart.
- ●Marti Frederiksen coproduziu e coescreveu grande parte do repertório.
- ●Mark Ronson produziu Too Late.
- ●Too Late havia aparecido antes na coletânea No End in Sight.
- ●When It Comes to Love e In Pieces entraram no Top 20 da parada Adult Contemporary.
- ●O álbum estreou no 29º lugar da Billboard 200.
Produção
Marti Frederiksen, Mick Jones, Mark Ronson
Estúdios
The Benjamin Hotel, New York City, Poppy Studio, Burbank, California
Gravadora
Rhino, earMusic, Edel
Formação
Mudanças na formação
Kelly Hansen estreou em um álbum de estúdio do Foreigner, assim como Jeff Pilson; a formação também incorporou Michael Bluestein, Thom Gimbel e Brian Tichy.

















