
A máquina no Roundhouse
All Engines On – Live in London recupera a apresentação do Foreigner no iTunes Festival de 2010 e a reposiciona como retrato de uma formação já plenamente ajustada à era Kelly Hansen. No Roundhouse, a banda evita tratar os sucessos como peças de museu: Cold as Ice ganha espaço para interação, Starrider preserva o lado atmosférico e Urgent reforça o contraste entre disciplina de arena e impulso rítmico.
Lançado fisicamente apenas em 2025, com nova remasterização, o álbum tem uma curiosa dupla temporalidade. É um documento de 2010 ouvido depois de anos de despedidas, reuniões e mudanças, quando aquela formação parecia menos histórica do que simplesmente funcional.
Por que ouvir esse álbum?
”Para captar a fase Kelly Hansen em seu ponto de maior coesão, antes de o repertório ganhar peso de despedida.
Destaques
- 1Double Vision
- 2Cold as Ice
- 3When It Comes to Love
- 4Dirty White Boy
- 5That Was Yesterday
- 6Starrider
- 7Feels Like the First Time
- 8Urgent
- 9I Want to Know What Love Is
- 10Hot Blooded
Fatos interessantes
- ●A apresentação foi gravada em 2010 no Roundhouse, em Camden, durante o iTunes Festival.
- ●O concerto circulou digitalmente antes de receber sua primeira edição física em 2025.
- ●A edição de 2025 foi lançada em CD digipak e vinil duplo gatefold.
- ●O áudio foi remasterizado especialmente para o relançamento físico.
- ●O repertório contém dez faixas e dura aproximadamente 54 minutos.
- ●When It Comes to Love é a única música do álbum de estúdio Can't Slow Down incluída no programa.
- ●Starrider cria uma pausa atmosférica entre a sequência de hits mais diretos.
- ●A gravação documenta Brian Tichy na bateria durante sua passagem pelo Foreigner.
- ●O show apresenta Kelly Hansen já consolidado como intérprete do catálogo originalmente gravado por Lou Gramm.
- ●A abertura com Double Vision estabelece imediatamente o caráter de arena do registro, enquanto Hot Blooded encerra o repertório.
Produção
Gravadora
earMUSIC
Formação
Mudanças na formação
O registro documenta a formação de 2010 com Kelly Hansen nos vocais, Jeff Pilson no baixo, Tom Gimbel e Michael Bluestein na base instrumental, Brian Tichy na bateria e Mick Jones como líder. Em relação a Double Vision: Then and Now, não há reunião com os integrantes originais e Chris Frazier ainda não havia assumido a bateria.














