Darkthrone começou no death metal e logo ajudou a escrever o frio mais áspero do black metal norueguês. A Blaze in the Northern Sky, Under a Funeral Moon e Transilvanian Hunger soam como fitas enterradas na neve, recusando polimento e civilidade.
Depois, Fenriz e Nocturno Culto desviaram para crust, punk e heavy metal antigo, fazendo da banda uma religião do feio, do cru e do obstinadamente livre.
Por que ouvir Darkthrone?
”O som de uma porta de igreja batendo no meio de uma tempestade sem Deus.
Faixas essenciais
Transilvanian Hunger - Studio
Transilvanian Hunger
Quintessence
Panzerfaust
In the Shadow of the Horns - Studio
A Blaze in the Northern Sky
Pre-Historic Metal
It Beckons Us All.......
The Hordes of Nebulah
Under a Funeral Moon
Fases da carreira
1991–
1991
A neve aprende a apodrecer
Soulside Journey registra a origem death metal: técnica sombria, cavernosa, antes da conversão radical ao gelo primitivo do black metal.
1992–
1995
A trilogia que apagou a luz
A fase clássica define o black metal norueguês em sua forma mais crua, misantrópica e antiestúdio, com riffs como lâminas enferrujadas.
1996–
2004
A ferrugem vira método
Do black metal ao impulso punk e crust, a banda desmonta expectativas, preservando sujeira, independência e aversão a qualquer domesticação.
2006–
2013
Bêbados no cemitério do metal antigo
A dupla abraça crust punk, speed e heavy metal primitivo, trocando solenidade sombria por deboche, culto underground e riffs de porão.
2016–
O museu pega fogo de novo
Os discos recentes mergulham no doom, no heavy metal arcaico e na liberdade absoluta de dois veteranos que obedecem apenas ao próprio gosto.
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