Cypress Hill fez do grave enevoado, da voz nasal de B-Real e da produção de DJ Muggs uma assinatura instantânea do hip-hop da Costa Oeste. Formado em South Gate, o grupo colocou identidade latina, psicodelia e cultura da cannabis no centro de discos que podiam ser ameaçadores e absurdamente pegajosos.
Black Sunday levou essa estética ao topo; depois, guitarras pesadas, experimentação e retornos ao som sombrio impediram que a banda ficasse congelada como relíquia dos anos 1990.
Por que ouvir Cypress Hill?
”Para entrar num hip-hop de fumaça espessa, baixos sísmicos e paranoia psicodélica que ninguém confundiria com outro grupo.
Faixas essenciais
Ranking de álbuns
Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.
Fases da carreira
1991–
1995
Fumaça sobre South Gate
Os três primeiros discos definem a gramática Cypress Hill: beats turvos, humor macabro, militância pró-cannabis e a voz aguda de B-Real. Black Sunday transforma a fórmula em fenômeno.
1998–
2001
Do boom bap às guitarras
IV preserva o peso sombrio, enquanto Skull & Bones formaliza o diálogo com o rock pesado. Stoned Raiders prolonga a mistura num momento em que rap e metal dividiam o mesmo palco.
2004–
2010
Fronteiras abertas
Till Death Do Us Part incorpora reggae e outras texturas; Rise Up chega após um intervalo de seis anos com convidados e guitarras, buscando recolocar o grupo no presente.
2018–
Ácido, retorno e espanhol
Elephants on Acid recupera a psicodelia de Muggs, Back in Black enxuga o formato e Dios Bendiga leva a identidade latina ao primeiro álbum completo do grupo em espanhol.
Álbuns ao vivo
EPs
Artistas relacionados
Projetos derivados




















