
Scorpions – Virgin Killer
Ponto de virada do Scorpions, com um som mais pesado e metálico, influenciado pelo rock psicodélico, marcado por solos afiados e (mais) uma capa polêmica.

Nota média
de sites de crítica

Ponto de virada do Scorpions, com um som mais pesado e metálico, influenciado pelo rock psicodélico, marcado por solos afiados e (mais) uma capa polêmica.

…And Justice For All é puro thrash metal: riffs pesados, solos épicos e uma produção crua que define o Metallica, apesar da polêmica falta de baixo.

Agora pela Nuclear Blast Records, “Game of Faces” mistura o peso do metal com elementos eletrônicos e épicos, levando o Dynazty a um som mais moderno e acessível, sem perder a intensidade.

Guitarras vibrantes, refrãos grandiosos e brilho melódico: Walk in the Fire reafirma o Strangeways no panteão do AOR britânico.

Uma hora de rock: Kiss abandona teclados, aposta no peso das guitarras, traz Carr como vocalista em uma faixa e lança “Forever”, seu grande hit.

Presto soa como o Rush tirando o pé dos teclados, limpando o palco para guitarras mais sinceras e reflexões maduras — sem abrir mão de um toque de magia no processo.