
Whitechapel – Hymns in Dissonance
Grito visceral de brutalidade e caos, com riffs pesados e vocais abrasivos, mantendo a tensão entre agressividade e melodia. Um dos trabalhos mais pesados da banda.

Nota média
de sites de crítica

Grito visceral de brutalidade e caos, com riffs pesados e vocais abrasivos, mantendo a tensão entre agressividade e melodia. Um dos trabalhos mais pesados da banda.

Brutal, técnico e atmosférico, “Siltskin” entrega o death metal mais preciso e pesado do Blood Red Throne em anos.

Brutalidade extrema com camadas sinfônicas épicas: Lorna Shore transforma deathcore em uma experiência cinematográfica de puro caos e emoção.

Jazz‑blues refinado com solos estendidos, teclados staccato e atmosfera íntima: o Supertramp maturado em seu derradeiro álbum.

Segunda investida de Bonamassa: blues rock autoral, com solos intensos, ritmo afiado e um equilíbrio entre crueza e melodia.

Um registro ao vivo elegante e intenso, revelando Sade em plena maturidade artística e transformando sutileza de estúdio em presença cativante no palco.