
Nervosa – Slave Machine
Thrash/death feroz, refrões mais fortes e Prika cada vez mais dominante: um disco direto, pesado e surpreendentemente memorável.
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Thrash/death feroz, refrões mais fortes e Prika cada vez mais dominante: um disco direto, pesado e surpreendentemente memorável.

Doom/death gótico, violinos sombrios e clima de horror cósmico: um retorno denso, teatral e melancólico, mais atmosférico que imediato.

Debut de black/death melódico com alma sombria, riffs cortantes, clima melancólico e toques progressivos que ampliam o impacto.

Death metal técnico e impiedoso, com produção afiada e clima sombrio: Monstrosity prova que veterano também sabe esmagar o presente.

Death metal sueco cru, podre e certeiro: riffs de motosserra, clima de horror e uma banda veterana tocando com fome renovada.

Death/thrash cortante, clima melodeath sombrio e uma formação renovada: Morbid Death volta mais direta, pesada e faminta por impacto.

Death/doom encorpado, riffs esmagadores e pitadas de post-punk e grunge: um disco mais aberto, ambicioso e ainda absurdamente pesado.

Melodeath sueco direto ao ponto, com riffs afiados, clima sombrio e cara de reencontro tardio que preserva a essência clássica da banda.

Caos melódico e visceral: riffs cortantes, atmosferas sombrias e emoção crua marcam esse marco do death metal moderno da cena grega.

Death metal brutal e ritualístico com riffs intensos, atmosfera sombria e execução impecável: um marco old school moderno.