Accept é uma das engrenagens decisivas do heavy metal alemão. A partir de Solingen, o grupo refinou riffs secos, coros de arena e a voz áspera de Udo Dirkschneider em discos que ajudaram a aproximar o heavy tradicional da velocidade que alimentaria o speed e o thrash metal.
Separações e reuniões quebraram a cronologia, mas não a identidade. Desde 2009, com Mark Tornillo nos vocais e Wolf Hoffmann como eixo permanente, a banda transformou o retorno em uma segunda carreira produtiva.
Por que ouvir Accept?
”Riffs de aço, refrões de arena e a ponte histórica entre o heavy europeu clássico e a velocidade que veio depois.
Faixas essenciais
Ranking de álbuns
Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.
Fases da carreira
1979–
1981
Forja de Solingen
Os três primeiros discos mostram a banda deixando o hard rock mais convencional para trás e encontrando o ataque metálico, os riffs cortantes e a disciplina que definiriam sua linguagem.
1982–
1986
Aço em alta rotação
Restless and Wild acelera o pulso; Balls to the Wall amplia o alcance internacional. Metal Heart e Russian Roulette refinam a fórmula em sua fase mais reconhecível e influente.
1989–
1996
Vozes trocadas, retornos interrompidos
Eat the Heat troca Udo Dirkschneider por David Reece; a reunião dos anos 1990 restaura parte da formação clássica, mas termina após três discos mais pesados e irregulares.
2010–
A segunda vida de Accept
Com Mark Tornillo, a banda evita viver apenas de nostalgia. Blood of the Nations inaugura uma sequência de discos que atualiza o peso clássico sem abandonar a assinatura de Wolf Hoffmann.
























