
Therion – Theli
Obra fundadora do metal sinfônico, com coros épicos, mitologia e ambição artística que redefiniram o gênero.

Therion é uma banda sueca formada em 1987 por Christofer Johnsson em Upplands Väsby, inicialmente como um grupo de death metal sob os nomes Blitzkrieg e Megatherion. Ao longo dos anos, a banda evoluiu radicalmente seu som, incorporando orquestras, corais, vocais operísticos e elementos clássicos ao metal, tornando‑se um dos pilares e pioneiros do metal sinfônico, influenciando várias gerações de bandas do gênero.
Com mais de três décadas de carreira, Therion lançou quase vinte álbuns de estúdio, explorando temas mitológicos, ocultistas e esotéricos em suas letras com arranjos grandiosos e complexos. A banda alcançou reconhecido sucesso internacional, especialmente com obras como Theli e Vovin, que marcaram seu auge criativo e consolidaram sua reputação como inovadora na fusão entre metal e música clássica.
Quer começar a ouvir Therion? Temos um bom caminho para você conhecer os álbuns de mais destaque da banda:

Obra fundadora do metal sinfônico, com coros épicos, mitologia e ambição artística que redefiniram o gênero.

O nascimento definitivo do Therion sinfônico-operístico, redefinindo a banda e influenciando toda a cena do symphonic metal.

Retorno consciente ao metal sinfônico direto, equilibrando peso, coros épicos e acessibilidade após o experimento operístico em um início de trilogia.
Mas lembre-se: escutar a discografia inteira é a melhor maneira de conhecer o trabalho da banda. Sempre.
Histórico de notas da discografia, feita sobre a média das notas disponíveis pela internet – entre público e críticos.
O Therion nasce no underground do death metal, com uma sonoridade crua, agressiva e ainda em busca de identidade. Aos poucos, a banda começa a romper os limites do gênero, introduzindo estruturas mais complexas, atmosferas ocultistas e um senso crescente de ambição artística. É a fase de transição entre brutalidade direta e experimentação.

Estreia crua de death/doom sombrio, ainda distante do metal sinfônico, mas já marcada por atmosfera ritualística e obscura.

Death metal experimental e caótico que rompe estruturas tradicionais e antecipa a busca do Therion por identidade própria.

Álbum de transição que funde death metal e ambições sinfônicas, priorizando atmosfera, ritual e ruptura estética.
Esta era marca a transformação definitiva da banda em pioneira do metal sinfônico. As guitarras dividem espaço com coros, orquestrações e referências clássicas, enquanto as letras mergulham em mitologia, esoterismo e simbolismo. A identidade do Therion se consolida como grandiosa, ritualística e única.

A ruptura definitiva com o death metal puro, introduzindo solenidade, teclados e a base do Therion moderno.

Obra fundadora do metal sinfônico, com coros épicos, mitologia e ambição artística que redefiniram o gênero.

Experimento ritualístico que antecipa o sinfonismo do Therion, funcionando mais como laboratório estético do que álbum tradicional.

O nascimento definitivo do Therion sinfônico-operístico, redefinindo a banda e influenciando toda a cena do symphonic metal.

Interlúdio cerimonial que consolida a estética clássica do Therion entre dois marcos fundamentais de sua discografia.

Obra máxima do sinfonismo da banda, densa e litúrgica, onde a música clássica domina completamente o metal.

Álbum conceitual épico que equilibra peso, melodia e mitologia nórdica, tornando o Therion mais acessível e popular.
Com confiança total em sua linguagem, a banda amplia a escala das composições, explorando estruturas progressivas e narrativas grandiosas. A dupla lançada em 2004 reforça o lado sinfônico monumental, enquanto os trabalhos seguintes aprofundam conceitos místicos e arranjos mais sofisticados, quase operísticos.

Ópera metálica monumental que leva o Therion ao auge do sinfonismo, trocando estrutura de banda por espetáculo orquestral absoluto. Faz conjunto com o Sirius B – lançado junto.

Face sombria do projeto duplo (segunda parte do Lemuria), aprofunda o ritualismo e a atmosfera ocultista com arranjos densos e menos triunfais.

Transição crucial que devolve ao Therion a dinâmica de banda, equilibrando peso, progressividade e ambição sinfônica.

Disco de reconstrução que une solenidade clássica, técnica refinada e esoterismo com uma identidade mais disciplinada.
Nesta fase, o Therion se afasta momentaneamente do metal tradicional para explorar releituras artísticas e projetos de grande fôlego conceitual. A música assume caráter teatral e operístico, culminando em uma obra ambiciosa que funciona como uma ópera completa em forma de álbum.

Interlúdio provocativo de covers franceses que troca o metal por elegância orquestral e divide opiniões sem concessões.

Ópera metal extrema e divisiva que troca riffs por narrativa teatral, marcando a ruptura mais radical da carreira do Therion.
A banda retorna com força total ao metal sinfônico clássico, equilibrando acessibilidade, peso e grandiosidade. A trilogia forma um ciclo coeso inspirado por mitologia, tradição e épico, funcionando como uma reafirmação da identidade do Therion após décadas de evolução artística.

Retorno consciente ao metal sinfônico direto, equilibrando peso, coros épicos e acessibilidade após o experimento operístico em um início de trilogia.

Capítulo mais sombrio e introspectivo da trilogia, com foco em atmosfera gótica e profundidade emocional.

Conclusão segura e equilibrada da trilogia, unindo impacto direto e maturidade sem buscar novas rupturas.
Registros oficiais de performances ao vivo da banda.

Registro cru que captura o Therion no nascimento definitivo de sua identidade sinfônica, ainda orgânica, ritualística e sem excessos teatrais.

Energia latina em ebulição transforma o metal sinfônico do Therion em um espetáculo caótico, emocional e menos polido que seus pares europeus.

Espetáculo operístico completo onde o Therion domina palco, vocais e estética, consolidando sua fase mais madura e teatral ao vivo.

Projeto sinfônico ousado que abandona o metal para explorar música clássica, trilhas e ambição artística sem concessões.

Therion reinventa seus clássicos ao vivo com orquestra sinfônica no México, criando um espetáculo épico que une metal e música clássica com grandeza.
Outras bandas envolvendo os integrantes do Therion.
Carbonized
Em 1988, o guitarrista/vocalista Christofer Johnsson iniciou sua carreira no Carbonized, explorando death/grind mais extremo e experimental.
Messiah
Em meados dos anos 90, Christofer Johnsson atuou como vocalista no Messiah, banda de metal extremo tradicional da Suécia.
Demonoid
Em 2004, Christofer Johnsson participou como vocalista do Demonoid, mergulhando em death metal bruto.
Yngwie Malmsteen
Em 1997, Levén foi vocalista no projeto neoclássico de Malmsteen, gravando Facing the Animal.