
Living Colour – Shade
Retorno explosivo: som pesado, grooves dançantes e letras engajadas, sem perder a energia que faziam a banda vibrar desde os anos 80.

Nota média
de sites de crítica

Retorno explosivo: som pesado, grooves dançantes e letras engajadas, sem perder a energia que faziam a banda vibrar desde os anos 80.

Álbum mais sujo e sombrio do Kiss, cheio de riffs crus e letras provocativas, consolidando o som pesado da banda em um estilo visceral e visceral.

Mistura grunge, eletrônicos e temas densos: a terceira investida de Bush desafia expectativas, mesclando hits e experimentos sonoros.

Um debut luxuoso que mistura soul e jazz com elegância rara, definindo o som sofisticado que transformou Sade em referência imediata dos anos 80.

“1984” traz de vez os sintetizadores. Com guitarras poderosas faz a energia do rock dos anos 80. Van Halen equilibra hits dançantes e excessos, com riffs memoráveis.

AOR técnico e elegante com vocais múltiplos e arranjos orquestrais; menos hit, mais virtuosismo de uma banda em transição.