Black Sabbath - The Eternal Idol

The Eternal Idol

13º álbum de estúdio​

Era

Fase Mitológica com Tony Martin Pt 1 (1987–1995)

5.0

Nota média
de sites de crítica

Começo da Era Tony Martin no Sabbath

“The Eternal Idol” traz o Black Sabbath em uma fase de transformação. Com Tony Martin nos vocais, o álbum é mais melódico e menos sombrio que os trabalhos anteriores, flertando com o hard rock de maneira épica e pesada.

O som é uma mistura de riffs pesados e atmosféricos, com letras que exploram o místico e o macabro, bem no estilo da banda. Lembra “Heaven and Hell”, mas com uma pegada mais suave e introspectiva. Alguns podem achar que falta o peso tradicional, mas ainda assim é uma fase interessante do Sabbath.

Destaques

1. The Shining
5. Born to Lose
2. Ancient Warrior

Menos ouvidas

7. Scarlet Pimpernel
8. Lost Forever

Fatos interessantes

• O álbum marcou a estreia do vocalista Tony Martin, substituindo Ray Gillen, que fez turnê com a banda, mas a deixou durante as gravações.

• As gravações começaram em 1986 nos estúdios AIR Montserrat, mas passaram por várias mudanças de lineup e produtores antes de serem finalizadas.

• Bob Daisley assumiu as linhas de baixo após a saída de Dave Spitz, contribuindo também com letras para o álbum.

• “The Eternal Idol” teve vendas modestas, alcançando a 66ª posição no Reino Unido e o 168º lugar na parada Billboard 200 dos EUA. ​

• Devido às baixas vendas, a banda não realizou uma turnê norte-americana completa, limitando-se a alguns shows na Europa. ​

• Em 2010, o álbum foi relançado em edição deluxe, incluindo versões com vocais de Ray Gillen, atendendo à demanda dos fãs. ​

• A capa do álbum apresenta uma recriação da escultura “O Eterno Ídolo” de Auguste Rodin, devido a restrições de licenciamento.

• O baterista Eric Singer e o percussionista Bev Bevan contribuíram para o álbum, embora não tenham permanecido na formação após as gravações.

• Apesar das vendas abaixo do esperado, o álbum é considerado uma peça interessante na discografia do Black Sabbath, mostrando uma fase de transição e experimentação.

Produção

Jeff Glixman, Vic Coppersmith-Heaven, Chris Tsangarides

Mudança de line

Primeiro álbum com Tony Martin nos vocais.

Bob Daisley assumiu o baixo após a saída de Dave “The Beast “Spitz.

Formação

Tony Martin – vocais
Tony Iommi – guitarras
Eric Singer – bateria
Bob Daisley – baixo
Geoff Nicholls – teclados, baixo em “Black Moon”


Dave “The Beast” Spitz – baixo em “Some Kind of Woman”
Bev Bevan – percussão e overdubs de prato em “Scarlet Pimpernel”
Ray Gillen – risada sinistra em “Nightmare”, vocais na edição deluxe de 2010, Disco 2

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